Fato comum entre as mães, principalmente as de múltiplos, a dificuldade de se encontrar uma babá, principalmente uma boa babá volta a fazer parte da minha realidade.
Desde que as crianças nasceram já tive 18 – sim, 18 – babás que passaram pela minha casa, incluindo folguistas, que normalmente fazia com uma dupla fixa, mas há muito tempo estou sem nenhuma.
Depois de muito bater a cabeça, finalmente consegui encontrar a Kátia, uma pessoa que se encaixou certinho no ritmo da casa, no jeito das crianças e no meu. Ama eles e eles a amam muito.
Está comigo há dois anos, mora na minha casa, dorme com eles todos os dias, brinca e cuida de tudo deles com muito carinho.
Desde que mudamos para o interior, optei por ficar com 1 babá só, já que as crianças ficam o dia inteiro na escola e tenho uma pessoa para cuidar da casa. Por não estar trabalhando fora e ter mais tempo livre pra cuidar deles, decidi que eu seria a segunda babá e a ajudaria nas funções enquanto eles estivessem em casa.
Tudo estava caminhando muito bem, até que ela decidiu ir embora.
Na verdade, ela já havia me comunicado, mesmo antes da mudança, que gostaria de sair no início desse ano, mas que ficaria comigo até eles se adaptarem e eu encontrar uma outra pessoa.
Eis o problema – encontrar uma outra pessoa!!! Incrível, achei que no interior seria muito mais fácil, mas estava redondamente enganada.
Ninguém quer trabalhar para dormir e quem quer, não serve.
Enfim, encontrei uma menina ótima, muito disposta e humilde, que precisava bastante do emprego. Estava muito feliz com a oportunidade e me agradeceu muito. As crianças adoraram ela logo de cara e eu fiquei super aliviada.
No primeiro dia de trabalho, estávamos indo em um aniversário e ela teve uma crise de epilepsia!!!! Não acreditei no que estava acontecendo. Não era possível. Depois de tantos meses procurando, quando achei uma que se encaixava, ela tinha que ter esse problema?
Fiquei preocupada, socorremos, dei todo o apoio pra ela, mas tive que dispensar. Como posso ficar com uma babá com crises? Se não fosse para cuidar de crianças, daria uma oportunidade a ela, mas não ficaria sossegada em saber que ela estaria em casa, sozinha com meus filhos e poderia ter alguma coisa a qualquer momento.
Bom, mais uma vez volta o desespero e a procura incessante de babá.
Por enquanto não encontrei ninguém, estou no interior sem marido, mãe, irmã... e minha babá vai embora quinta-feira que vem. Bom, tenho um pouco mais de 1 semana para resolver esse problema.
Tenho certeza que vai aparecer a pessoa certa, mas até lá fico angustiada e com o desanimo de saber que tenho que começar novamente do zero, ensinar tudo e ficar na dúvida se ela vai ficar ou não, como as outras 18.
APÓS A CHEGADA DO MEU QUARTETO - SOPHIA, JOÃO PEDRO, LAURA E BEATRIZ, DESCOBRI O ENCANTADOR, APAIXONANTE E ENLOUQUECEDOR MUNDO QUADRIGEMELAR. DESDE A GRAVIDEZ, APRENDO, DIARIAMENTE, E DESCUBRO MANEIRAS PARA VENCER OS DESAFIOS COM HUMOR (NEM SEMPRE) E MUITO AMOR. DIVIDIREI COM VOCÊS A NOSSA ROTINA, AS DICAS QUE DERAM CERTO E NOSSAS AVENTURAS. ACOMPANHE NOSSAS EMOÇÕES!
terça-feira, 3 de abril de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
O PRIMEIRO PONTO A GENTE NUNCA ESQUECE!
Achei até que estava demorando, com 4 filhos absolutamente ativos e arteiros, uma circense que só vive escalando tudo (Beatriz), achei que quase 2 anos e meio foi até demais para estrear a temporada de suturação.
Independente de saber que mais cedo ou mais tarde esse dia chegaria, a mamãe valentona não estava nada preparada e reagiu como uma besta quando descobriu o corte na cabecinha da Laura.
Estávamos na casa da vovó, ela desequilibrou e bateu a cabeça no pé da cadeira (aquelas poltronas Barcelona, que tem os braços e os pés razoavelmente afiados para uma cabecinha de criança). Não chorou muito e nem fez escândalo, então a tia Bi pegou no colo, olhou rapidamente e achou que não fosse nada.
Logo em seguida, ela começou a fazer manha porque queria ir no parquinho. Ficava choramingando e eu a peguei no colo, ouvindo N comentários da minha mãe e irmã, dizendo que eu que estrago meus filhos. Rsrsrs Fui fazer um carinho, já que ela tinha caído e estava meio dengosa.
Quando dei um beijo na cabeça, percebi que estava úmida e senti um cheiro estranho para quem tinha acabado de tomar banho. Na hora vi o sangue e o corte, entrei em desespero, entreguei para a tia Bi e fiquei andando de um lado para um outro repetindo, sem parar – “acho que vai ter que dar ponto! Acho que vai ter que dar ponto!”
Até que ouvi a constatação da minha veterinária favorita, pediatra para alguns assuntos – sim, tem que dar ponto! Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Tenho trauma de ponto! Sei como é horrível, sou toda costurada, tenho várias cicatrizes da minha infância, tinha plena noção da dor que ela iria sentir com a maldita anestesia. Que ódio! Que ódio!
Bom, de qualquer forma, corremos para o hospital. Eu, dando muito mais trabalho que ela, que neste momento, estava toda animada que ia passear, pensando que estava indo no tal brinquedo. Rsrsrs
Depois de muito esperar, chegou a médica e uma enfermeira, que prontamente trouxe uma cadeira, estratégicamente colocada ao lado da maca, dizendo que era para mães.
O procedimento foi rápido, mas não sei quem chorou mais. A Bi me ajudou muito segurando ela junto com a enfermeira e eu chorando, abraçando e dizendo que a mamãe estava lá, como se aquilo fosse ajudar em alguma coisa, vide o meu estado.
Assim que começou, a tal enfermeira olhou para a minha cara e apontou a cadeira, sugerindo que eu me sentasse, pois achou que eu não estava me sentindo bem. Conforme o meu choro ia aumentando, ela continuava insistindo, mas muito orgulhosa da minha valentia (rsrsrs) resisti firme e forte e fiquei lá o tempo todo, até o final dos 2 míseros pontinhos.
Muito fofa, como sempre, assim que levantou da maca ela olhou para a médica, e disse: “ela cuidou do meu dodói. Obrigada tia.” E deu um super beijo que deixou a dra. Encantada.
Passada uma semana, recebo a notícia da professora da escola que minha pequena travessa caiu, novamente batendo em uma cadeira, e fez um pequeno corte. O que pensamos logo de cara? Abriu os pontos, que deveriam ser retirados no dia seguinte.
Mais uma vez todo aquele drama da anestesia e afins, mas dessa vez sem a ajuda da tia Bi, choro e blá blá blá e ela ótima, superando as expectativas.
Eis que para a minha surpresa, estava penteando o cabelo dela quando encontro o outro ponto da casá da vovó. Ou seja, super aberta a temporada de pontos!
Em uma semana a Laura conseguiu não só estrear os cortes, como repetir a dose e deixar a mamãe quase doida.
E vamos que vamos que ainda tem muito pela frente!
Independente de saber que mais cedo ou mais tarde esse dia chegaria, a mamãe valentona não estava nada preparada e reagiu como uma besta quando descobriu o corte na cabecinha da Laura.
Estávamos na casa da vovó, ela desequilibrou e bateu a cabeça no pé da cadeira (aquelas poltronas Barcelona, que tem os braços e os pés razoavelmente afiados para uma cabecinha de criança). Não chorou muito e nem fez escândalo, então a tia Bi pegou no colo, olhou rapidamente e achou que não fosse nada.
Logo em seguida, ela começou a fazer manha porque queria ir no parquinho. Ficava choramingando e eu a peguei no colo, ouvindo N comentários da minha mãe e irmã, dizendo que eu que estrago meus filhos. Rsrsrs Fui fazer um carinho, já que ela tinha caído e estava meio dengosa.
Quando dei um beijo na cabeça, percebi que estava úmida e senti um cheiro estranho para quem tinha acabado de tomar banho. Na hora vi o sangue e o corte, entrei em desespero, entreguei para a tia Bi e fiquei andando de um lado para um outro repetindo, sem parar – “acho que vai ter que dar ponto! Acho que vai ter que dar ponto!”
Até que ouvi a constatação da minha veterinária favorita, pediatra para alguns assuntos – sim, tem que dar ponto! Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Tenho trauma de ponto! Sei como é horrível, sou toda costurada, tenho várias cicatrizes da minha infância, tinha plena noção da dor que ela iria sentir com a maldita anestesia. Que ódio! Que ódio!
Bom, de qualquer forma, corremos para o hospital. Eu, dando muito mais trabalho que ela, que neste momento, estava toda animada que ia passear, pensando que estava indo no tal brinquedo. Rsrsrs
Depois de muito esperar, chegou a médica e uma enfermeira, que prontamente trouxe uma cadeira, estratégicamente colocada ao lado da maca, dizendo que era para mães.
O procedimento foi rápido, mas não sei quem chorou mais. A Bi me ajudou muito segurando ela junto com a enfermeira e eu chorando, abraçando e dizendo que a mamãe estava lá, como se aquilo fosse ajudar em alguma coisa, vide o meu estado.
Assim que começou, a tal enfermeira olhou para a minha cara e apontou a cadeira, sugerindo que eu me sentasse, pois achou que eu não estava me sentindo bem. Conforme o meu choro ia aumentando, ela continuava insistindo, mas muito orgulhosa da minha valentia (rsrsrs) resisti firme e forte e fiquei lá o tempo todo, até o final dos 2 míseros pontinhos.
Muito fofa, como sempre, assim que levantou da maca ela olhou para a médica, e disse: “ela cuidou do meu dodói. Obrigada tia.” E deu um super beijo que deixou a dra. Encantada.
Passada uma semana, recebo a notícia da professora da escola que minha pequena travessa caiu, novamente batendo em uma cadeira, e fez um pequeno corte. O que pensamos logo de cara? Abriu os pontos, que deveriam ser retirados no dia seguinte.
Mais uma vez todo aquele drama da anestesia e afins, mas dessa vez sem a ajuda da tia Bi, choro e blá blá blá e ela ótima, superando as expectativas.
Eis que para a minha surpresa, estava penteando o cabelo dela quando encontro o outro ponto da casá da vovó. Ou seja, super aberta a temporada de pontos!
Em uma semana a Laura conseguiu não só estrear os cortes, como repetir a dose e deixar a mamãe quase doida.
E vamos que vamos que ainda tem muito pela frente!
quinta-feira, 22 de março de 2012
“Confete, pedacinho colorido de saudade, ai ai amor...”
Finalmente o carnaval!!
Sempre fui carnavalesca de carteirinha, daquelas que pulavam todos os dias, desde sexta a noite até a manhã de quarta-feira de cinzas, depois que curtia a loucura de Salvador, os carnavais de marchinha, todos os tipos de festas que tinham.
De uns anos pra cá, isso mudou um pouco, claro, mas a paixão pela festa não, por isso, estava ansiosa pelo primeiro baile da turminha.
Uma semana antes comecei com a correria das fantasias, acessórios, confetes e serpentinas. Esse ano decidi vesti-los todos iguais, de hawaianos.
Não preciso dizer que ficaram MA-RA-VI-LHO-SOS!!!
As meninas estavam umas coisinhas com aquelas saias longas e a barriga de fora, e o João Pedro parecia um homenzinho com a camisa e o colar hawaiano e um óculos escuro, que ele se apaixonou e não soltou o dia inteiro.
Eles adoraram a festa. No começo se assustaram um pouco com a altura do som da banda, mas aos poucos foram se acostumando e se soltando, até demais.
Como estávamos sem babá e sem ajuda, fomos apenas eu e o Je com os 4, praticamente um ato de insanidade absoluto.
Cada um queria correr para um lado, todos querendo as guloseimas que as crianças estavam comendo, jogando confete e serpentina em todo mundo. Eu corria para pegar dois de um lado, o Je do outro, aí um escapava, era cômico, que não fosse quase trágico. Rsrsrsr
Fui inscrevê-los no concurso de fantasia, mas não conseguimos esperar até a hora do desfile, que aliás, achei muito tarde para uma matiné, depois das 18h00.
Depois de muito squindô-squindô, finalmente recolhemos a turma – feliz da vida! – e voltamos para casa. Eles estavam pregados, pois antes do baile havíamos ido almoçar em um restaurante que eles adoram, que tem pula-pula, piscina de bolinha, escorregador...
Não deu tempo nem de acomodar os 4 nas cadeirinhas, que já estavam dormindo.
De volta pra casa, uma relaxada rápida, jantar, mamadeira, banho e... cama! Com sorriso no rosto, cansadíssima, mas realizada por ter curtido a primeira matinê com os filhotes.









Sempre fui carnavalesca de carteirinha, daquelas que pulavam todos os dias, desde sexta a noite até a manhã de quarta-feira de cinzas, depois que curtia a loucura de Salvador, os carnavais de marchinha, todos os tipos de festas que tinham.
De uns anos pra cá, isso mudou um pouco, claro, mas a paixão pela festa não, por isso, estava ansiosa pelo primeiro baile da turminha.
Uma semana antes comecei com a correria das fantasias, acessórios, confetes e serpentinas. Esse ano decidi vesti-los todos iguais, de hawaianos.
Não preciso dizer que ficaram MA-RA-VI-LHO-SOS!!!
As meninas estavam umas coisinhas com aquelas saias longas e a barriga de fora, e o João Pedro parecia um homenzinho com a camisa e o colar hawaiano e um óculos escuro, que ele se apaixonou e não soltou o dia inteiro.
Eles adoraram a festa. No começo se assustaram um pouco com a altura do som da banda, mas aos poucos foram se acostumando e se soltando, até demais.
Como estávamos sem babá e sem ajuda, fomos apenas eu e o Je com os 4, praticamente um ato de insanidade absoluto.
Cada um queria correr para um lado, todos querendo as guloseimas que as crianças estavam comendo, jogando confete e serpentina em todo mundo. Eu corria para pegar dois de um lado, o Je do outro, aí um escapava, era cômico, que não fosse quase trágico. Rsrsrsr
Fui inscrevê-los no concurso de fantasia, mas não conseguimos esperar até a hora do desfile, que aliás, achei muito tarde para uma matiné, depois das 18h00.
Depois de muito squindô-squindô, finalmente recolhemos a turma – feliz da vida! – e voltamos para casa. Eles estavam pregados, pois antes do baile havíamos ido almoçar em um restaurante que eles adoram, que tem pula-pula, piscina de bolinha, escorregador...
Não deu tempo nem de acomodar os 4 nas cadeirinhas, que já estavam dormindo.
De volta pra casa, uma relaxada rápida, jantar, mamadeira, banho e... cama! Com sorriso no rosto, cansadíssima, mas realizada por ter curtido a primeira matinê com os filhotes.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
O TAL DO DESFRALDE
Ai meu Deus, estou realmente quase pirando com essa história do desfralde.
Quando encontro mães que me dizem que foi super tranqüilo e que tiraram a fralda em 1 semana, fico até com raiva.
Será que eu que estou fazendo alguma coisa errada?
Será que ela quer me sacanear falando que foi tão simples assim, quando na verdade ela também quase pirou? Rsrsrs
Será que eles estão de brincadeira querendo me deixar mais doida?
Bom, seja lá qual for o motivo, tenho que admitir que está um pouco cansativo, desgastante e pouco produtivo, pois não tenho notado tanta evolução.
Assim que eles fizeram 2 anos iniciei o processo, mas acabei interrompendo por causa de uma virose, depois por causa da mudança.
Após as adaptações, recomecei o processo.
Faz 3 semanas que eles estão indo sem fralda para a escola e passando o dia inteiro assim. Todo dia vem uma sacola grande de calças, calcinhas e cuecas molhadas por causa de escapes. Aqui em casa é a mesma coisa.
As professoras dizem que eles estão melhorando, que cada dia escapa menos, que algumas vezes pedem...
Tirando a Laura, que desde o começo entendeu bem isso e adora ganhar parabéns pelo xixi, o resto acha que é uma brincadeira.
O João Pedro descobriu a semana passada que é legal, mas quer fazer toda hora para ganhar parabéns. Depois de levar 50 vezes e ele fazer uma gota, é só eu desistir que ele faz uma cachoeira no chão.
Claro que o fato de ter 4 e não ter mais tanta paciência, influencia muito, pois não aguento levar 4 filhos de 3 em 3 minutos para a privadinha. O que me intriga, na realidade, é que eles já entenderam que devem fazer as necessidades na privadinha, pois sempre que fazem no chão ou em qualquer outro lugar, eles mesmos dizem que tinham que fazer na privadinha.
A Sophia, por exemplo, fica sentada 10 minutos no troninho, levanta e faz no chão.
Se eles não estivesse se sentindo incomodados com a fralda e esse processo não fosse melhorar bastante minhas despesas, juro que por mim eles ficariam até a adolescência assim. Pelo menos estariam de fralda, mas com mãe por perto, pois pelo andar da carruagem, daqui a pouco quem está de fralda sou eu! Rsrsrsrs
Quando encontro mães que me dizem que foi super tranqüilo e que tiraram a fralda em 1 semana, fico até com raiva.
Será que eu que estou fazendo alguma coisa errada?
Será que ela quer me sacanear falando que foi tão simples assim, quando na verdade ela também quase pirou? Rsrsrs
Será que eles estão de brincadeira querendo me deixar mais doida?
Bom, seja lá qual for o motivo, tenho que admitir que está um pouco cansativo, desgastante e pouco produtivo, pois não tenho notado tanta evolução.
Assim que eles fizeram 2 anos iniciei o processo, mas acabei interrompendo por causa de uma virose, depois por causa da mudança.
Após as adaptações, recomecei o processo.
Faz 3 semanas que eles estão indo sem fralda para a escola e passando o dia inteiro assim. Todo dia vem uma sacola grande de calças, calcinhas e cuecas molhadas por causa de escapes. Aqui em casa é a mesma coisa.
As professoras dizem que eles estão melhorando, que cada dia escapa menos, que algumas vezes pedem...
Tirando a Laura, que desde o começo entendeu bem isso e adora ganhar parabéns pelo xixi, o resto acha que é uma brincadeira.
O João Pedro descobriu a semana passada que é legal, mas quer fazer toda hora para ganhar parabéns. Depois de levar 50 vezes e ele fazer uma gota, é só eu desistir que ele faz uma cachoeira no chão.
Claro que o fato de ter 4 e não ter mais tanta paciência, influencia muito, pois não aguento levar 4 filhos de 3 em 3 minutos para a privadinha. O que me intriga, na realidade, é que eles já entenderam que devem fazer as necessidades na privadinha, pois sempre que fazem no chão ou em qualquer outro lugar, eles mesmos dizem que tinham que fazer na privadinha.
A Sophia, por exemplo, fica sentada 10 minutos no troninho, levanta e faz no chão.
Se eles não estivesse se sentindo incomodados com a fralda e esse processo não fosse melhorar bastante minhas despesas, juro que por mim eles ficariam até a adolescência assim. Pelo menos estariam de fralda, mas com mãe por perto, pois pelo andar da carruagem, daqui a pouco quem está de fralda sou eu! Rsrsrsrs
COISAS QUE NINGUÉM NOS CONTA
Assim que casamos, alguém já começa a perguntar quando vamos “encomendar” o bebê. É como se isso fosse uma obrigação, fizesse parte do pacote.
Finalmente a mulher decide que chegou a hora de ser mãe! Se anima toda com a gravidez, faz planos, vive intensamente a maternidade e lê todos os sites sobre gravidez. Quase todo assunto é sobre isso.
Sempre tem uma mãe mais experiente que vem nos contar sobre a maravilha da maternidade, dar dicas do que deu certo, fala sobre a amamentação e alguns cuidados básicos, mas a verdade, é que algumas verdades nunca são ditas! Rsrsrs
Por exemplo, só se falam de noites mal dormidas. Não posso me queixar tanto disso. Tive noites bem dormidas, apenas com intervalos que acordava de 3 em 3 horas para amamentar, mas não sofri com filhos acordados madrugadas intermináveis. Não sofri de cólica nem de dentes nascendo, também não posso falar sobre esse tema, mas sobre o crescimento e a descoberta do mundo, ah esse eu posso falar com prioridade.
Ninguém conta pra gente da fase do “O que é isso?”. Sabemos bem da fase do “Porquê”, que antigamente era em torno dos 7 anos, e agora começa por volta dos 4 ou 5 anos. Mas parece que todo mundo se esquece do “O que é isso!”.
Como aqui tudo é multiplicado por 4, as fases ficam muito mais intensas.
Nós, que já estamos carecas de saber o que é um fogão, não pensamos na descoberta da criança quando fica parada olhando e nos faz a tal pergunta. O problema aqui em casa, é que os 4 perguntam a mesma coisa, mesmo tendo escutado a resposta do primeiro. Ou seja, passo um bom tempo do dia explicando tudo o que vemos pela frente. Rsrsrs O engraçado é quando começam a me questionar coisas sem nenhum sentido, que são obvias, mas não sei como explicar.
Outra coisa importante que não nos contam, é a energia interminável deles, por mais que você faça TUDO para acabar com ela. Não se assuste, a sua vai acabar beeeeem antes. Muitas vezes me vejo jogada e os 4 a mil por hora, sem me deixar nem fechar o olho.
Com o dia a dia com filhos, fazemos algumas grandes descobertas, como a facilidade que temos com línguas! Conseguimos entender perfeitamente o que nossos filhos falam, a ponto de achar estranho quando alguém faz cara de interrogação ao conversar com eles. As frases parecem muito claras aos nossos ouvidos. Esse é um ponto que eu gostaria mesmo que algum especialista em qualquer coisa me explicasse.
Por mais enrolado que eles falem, entendo quase 100% todas as vontades, todas as frases, todas as histórias inventadas, músicas erradas... e acho tudo a coisa mais linda do mundo.
Acho que na verdade, ninguém consegue nos preparar e nos ajudar realmente antes do nascimento, pois nada do que for dito, chegará próximo à realidade do dia a dia com os filhos, principalmente no meu caso, que não conhecia ninguém com experiência quadrigemelar. Até mesmo o pediatra deles fica assustado cada vez que temos uma consulta.
Com isso concluo que, sim, nascemos com o instinto materno e somos capazes de sentir, entender, descobrir e fazer tudo pelos nossos filhos sem nenhum aviso prévio, site, livro ou orientação de ninguém.
Boa sorte para as mamães e futuras mamães!
Finalmente a mulher decide que chegou a hora de ser mãe! Se anima toda com a gravidez, faz planos, vive intensamente a maternidade e lê todos os sites sobre gravidez. Quase todo assunto é sobre isso.
Sempre tem uma mãe mais experiente que vem nos contar sobre a maravilha da maternidade, dar dicas do que deu certo, fala sobre a amamentação e alguns cuidados básicos, mas a verdade, é que algumas verdades nunca são ditas! Rsrsrs
Por exemplo, só se falam de noites mal dormidas. Não posso me queixar tanto disso. Tive noites bem dormidas, apenas com intervalos que acordava de 3 em 3 horas para amamentar, mas não sofri com filhos acordados madrugadas intermináveis. Não sofri de cólica nem de dentes nascendo, também não posso falar sobre esse tema, mas sobre o crescimento e a descoberta do mundo, ah esse eu posso falar com prioridade.
Ninguém conta pra gente da fase do “O que é isso?”. Sabemos bem da fase do “Porquê”, que antigamente era em torno dos 7 anos, e agora começa por volta dos 4 ou 5 anos. Mas parece que todo mundo se esquece do “O que é isso!”.
Como aqui tudo é multiplicado por 4, as fases ficam muito mais intensas.
Nós, que já estamos carecas de saber o que é um fogão, não pensamos na descoberta da criança quando fica parada olhando e nos faz a tal pergunta. O problema aqui em casa, é que os 4 perguntam a mesma coisa, mesmo tendo escutado a resposta do primeiro. Ou seja, passo um bom tempo do dia explicando tudo o que vemos pela frente. Rsrsrs O engraçado é quando começam a me questionar coisas sem nenhum sentido, que são obvias, mas não sei como explicar.
Outra coisa importante que não nos contam, é a energia interminável deles, por mais que você faça TUDO para acabar com ela. Não se assuste, a sua vai acabar beeeeem antes. Muitas vezes me vejo jogada e os 4 a mil por hora, sem me deixar nem fechar o olho.
Com o dia a dia com filhos, fazemos algumas grandes descobertas, como a facilidade que temos com línguas! Conseguimos entender perfeitamente o que nossos filhos falam, a ponto de achar estranho quando alguém faz cara de interrogação ao conversar com eles. As frases parecem muito claras aos nossos ouvidos. Esse é um ponto que eu gostaria mesmo que algum especialista em qualquer coisa me explicasse.
Por mais enrolado que eles falem, entendo quase 100% todas as vontades, todas as frases, todas as histórias inventadas, músicas erradas... e acho tudo a coisa mais linda do mundo.
Acho que na verdade, ninguém consegue nos preparar e nos ajudar realmente antes do nascimento, pois nada do que for dito, chegará próximo à realidade do dia a dia com os filhos, principalmente no meu caso, que não conhecia ninguém com experiência quadrigemelar. Até mesmo o pediatra deles fica assustado cada vez que temos uma consulta.
Com isso concluo que, sim, nascemos com o instinto materno e somos capazes de sentir, entender, descobrir e fazer tudo pelos nossos filhos sem nenhum aviso prévio, site, livro ou orientação de ninguém.
Boa sorte para as mamães e futuras mamães!
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
AS MERECIDAS FÉRIAS DOS PAPAIS!
Depois da mudança, dos 18 dias de férias, da adaptação das crianças na casa, cidade e escola nova, finalmente chegou a hora de descansar!!!
Ser mãe é uma dádiva, a melhor e mais indescritível felicidade do mundo. Poder participar de perto do crescimento dos filhos também, mas que isso cansa, cansa, ainda mais quando multiplicamos isso por 4!
Entendendo a necessidade de uns dias fora, o Je me fez uma surpresa e programou uma viagem pra gente para Buenos Aires. Que maravilha!!!
Estava mesmo chegando no meu limite, precisava desses dias fora, de dormir e acordar sem choro, grito, briga, xixi ou qualquer tipo de obrigação.
Tudo organizado, vovó veio com o tio Zé e a tia Sandra ajudar a babá a cuidar da criançada e eu corri, bem cedinho pra São Paulo.
Estava tão esgotada, que na minha inocente ideia, ainda brinquei que dessa vez nem sentiria saudades deles, pois eram poucos dias e eu estava contando os dias para a viagem. ERRADA! 100% ERRADA.
Passamos dias maravilhosos por lá, passeamos muito, dormimos, comemos, bebemos, demos muita risada, namoramos, nos curtimos e eu consegui voltar renovada para enfrentar a quadrilha! Estávamos mesmo precisando disso. Desde que engravidei, nunca mais havíamos feito uma viagem só nós dois, apenas para curtir, sem ter hora pra nada.
Essas crianças são mesmo umas pestinhas, dão trabalho, me deixam louca, mas não consigo ficar um dia longe deles sem morrer de saudade.
Voltei pra casa e encontrei meus filhotes lindos, felizes e muito bem cuidados. Nada melhor do que poder descansar em paz e saber que eles estão nas melhores mãos do mundo.
Agora posso enfrentar mais uns meses antes de programar uma nova fugidinha. rsrsr
Ser mãe é uma dádiva, a melhor e mais indescritível felicidade do mundo. Poder participar de perto do crescimento dos filhos também, mas que isso cansa, cansa, ainda mais quando multiplicamos isso por 4!
Entendendo a necessidade de uns dias fora, o Je me fez uma surpresa e programou uma viagem pra gente para Buenos Aires. Que maravilha!!!
Estava mesmo chegando no meu limite, precisava desses dias fora, de dormir e acordar sem choro, grito, briga, xixi ou qualquer tipo de obrigação.
Tudo organizado, vovó veio com o tio Zé e a tia Sandra ajudar a babá a cuidar da criançada e eu corri, bem cedinho pra São Paulo.
Estava tão esgotada, que na minha inocente ideia, ainda brinquei que dessa vez nem sentiria saudades deles, pois eram poucos dias e eu estava contando os dias para a viagem. ERRADA! 100% ERRADA.
Passamos dias maravilhosos por lá, passeamos muito, dormimos, comemos, bebemos, demos muita risada, namoramos, nos curtimos e eu consegui voltar renovada para enfrentar a quadrilha! Estávamos mesmo precisando disso. Desde que engravidei, nunca mais havíamos feito uma viagem só nós dois, apenas para curtir, sem ter hora pra nada.
Essas crianças são mesmo umas pestinhas, dão trabalho, me deixam louca, mas não consigo ficar um dia longe deles sem morrer de saudade.
Voltei pra casa e encontrei meus filhotes lindos, felizes e muito bem cuidados. Nada melhor do que poder descansar em paz e saber que eles estão nas melhores mãos do mundo.
Agora posso enfrentar mais uns meses antes de programar uma nova fugidinha. rsrsr
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