APÓS A CHEGADA DO MEU QUARTETO - SOPHIA, JOÃO PEDRO, LAURA E BEATRIZ, DESCOBRI O ENCANTADOR, APAIXONANTE E ENLOUQUECEDOR MUNDO QUADRIGEMELAR. DESDE A GRAVIDEZ, APRENDO, DIARIAMENTE, E DESCUBRO MANEIRAS PARA VENCER OS DESAFIOS COM HUMOR (NEM SEMPRE) E MUITO AMOR. DIVIDIREI COM VOCÊS A NOSSA ROTINA, AS DICAS QUE DERAM CERTO E NOSSAS AVENTURAS. ACOMPANHE NOSSAS EMOÇÕES!
segunda-feira, 23 de abril de 2012
****** ATENÇÃO!!!!!!!!!!!!
NINGUÉM ESTÁ AUTORIZADO A COPIAR IMAGENS DESTE BLOG PARA NENHUM FIM! SEJA EGUIDOR, AMIGO, CONHECIDO...
SE ALGUÉM TIVER INTERESSE EM QUALQUER FOTO, FAVOR SOLICITAR.
É APENAS POR UMA QUESTÃO DE PRIVACIDADE E CUIDADO COM A IMAGEM DAS CRIANÇAS E DE OUTRAS PESSOAS QUE APARECEM EM POSTS.
MUITO OBRIGADA PELA ATENÇÃO!
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Mais palavras para não esquecer jamais:
Cabuncia – João Pedro dizendo que faz bagunça na escola
Galartixa – Beatriz querendo contar a história da lagartixa
Vetelisão – João Pedro falando televisão
Velidor – também do JP para se referir ao ventilador
Fiforme – também pérolas dele falando do uniforme
Fefeitório – todos me contando de comem no refeitório
Pipiou – palavra criada pela Sophia e adotada por todos para adesivo. (???)
Galartixa – Beatriz querendo contar a história da lagartixa
Vetelisão – João Pedro falando televisão
Velidor – também do JP para se referir ao ventilador
Fiforme – também pérolas dele falando do uniforme
Fefeitório – todos me contando de comem no refeitório
Pipiou – palavra criada pela Sophia e adotada por todos para adesivo. (???)
quarta-feira, 4 de abril de 2012
A EVOLUÇÃO DO DESFRALDE
Bom, depois de desabafar aqui sobre a dificuldade dessa fase com o quarteto, tenho que dividir com vocês o sucesso no desfralde!
Estou quase a ponto de comemorar a vitória!!!
As crianças melhoraram muito e estão muito dedicadas. Nesse fim de semana, apenas uns 4 xixis escaparam. Fiquei muito feliz.
O melhor de tudo é ver que eles já estão entendendo tanto, que as vezes vão sozinhos até o banheiro. No domingo, estava procurando a Sophia, que estava quieta e sozinha em algum canto da casa. De repente, a vejo sentadinha na privadinha fazendo xixi, sozinha, toda feliz e orgulhosa me mostrando e pedindo um beijo por ter feito direito.
É de morrer, né?
O melhor disse tudo é que já evoluíram tanto que estão passando também para o cocô. A Laura, bem fofa, sentou na privada com uma revista, pediu para eu sair e ficou lá um tempo. Parecia gente grande. Rsrsrs
Acho que estou quase terminando essa!!!
Por enquanto ainda uso a noite e quando vamos sair, porque senão não saio do banheiro.
Assim que ficar tudo perfeito e encerrar toda a fase do dia, vou enfrentar a noturna, mas acho que vai demorar mais um pouco, ainda mais agora com a troca de babá.
Estou quase a ponto de comemorar a vitória!!!
As crianças melhoraram muito e estão muito dedicadas. Nesse fim de semana, apenas uns 4 xixis escaparam. Fiquei muito feliz.
O melhor de tudo é ver que eles já estão entendendo tanto, que as vezes vão sozinhos até o banheiro. No domingo, estava procurando a Sophia, que estava quieta e sozinha em algum canto da casa. De repente, a vejo sentadinha na privadinha fazendo xixi, sozinha, toda feliz e orgulhosa me mostrando e pedindo um beijo por ter feito direito.
É de morrer, né?
O melhor disse tudo é que já evoluíram tanto que estão passando também para o cocô. A Laura, bem fofa, sentou na privada com uma revista, pediu para eu sair e ficou lá um tempo. Parecia gente grande. Rsrsrs
Acho que estou quase terminando essa!!!
Por enquanto ainda uso a noite e quando vamos sair, porque senão não saio do banheiro.
Assim que ficar tudo perfeito e encerrar toda a fase do dia, vou enfrentar a noturna, mas acho que vai demorar mais um pouco, ainda mais agora com a troca de babá.
terça-feira, 3 de abril de 2012
O DRAMA DAS BABÁS
Fato comum entre as mães, principalmente as de múltiplos, a dificuldade de se encontrar uma babá, principalmente uma boa babá volta a fazer parte da minha realidade.
Desde que as crianças nasceram já tive 18 – sim, 18 – babás que passaram pela minha casa, incluindo folguistas, que normalmente fazia com uma dupla fixa, mas há muito tempo estou sem nenhuma.
Depois de muito bater a cabeça, finalmente consegui encontrar a Kátia, uma pessoa que se encaixou certinho no ritmo da casa, no jeito das crianças e no meu. Ama eles e eles a amam muito.
Está comigo há dois anos, mora na minha casa, dorme com eles todos os dias, brinca e cuida de tudo deles com muito carinho.
Desde que mudamos para o interior, optei por ficar com 1 babá só, já que as crianças ficam o dia inteiro na escola e tenho uma pessoa para cuidar da casa. Por não estar trabalhando fora e ter mais tempo livre pra cuidar deles, decidi que eu seria a segunda babá e a ajudaria nas funções enquanto eles estivessem em casa.
Tudo estava caminhando muito bem, até que ela decidiu ir embora.
Na verdade, ela já havia me comunicado, mesmo antes da mudança, que gostaria de sair no início desse ano, mas que ficaria comigo até eles se adaptarem e eu encontrar uma outra pessoa.
Eis o problema – encontrar uma outra pessoa!!! Incrível, achei que no interior seria muito mais fácil, mas estava redondamente enganada.
Ninguém quer trabalhar para dormir e quem quer, não serve.
Enfim, encontrei uma menina ótima, muito disposta e humilde, que precisava bastante do emprego. Estava muito feliz com a oportunidade e me agradeceu muito. As crianças adoraram ela logo de cara e eu fiquei super aliviada.
No primeiro dia de trabalho, estávamos indo em um aniversário e ela teve uma crise de epilepsia!!!! Não acreditei no que estava acontecendo. Não era possível. Depois de tantos meses procurando, quando achei uma que se encaixava, ela tinha que ter esse problema?
Fiquei preocupada, socorremos, dei todo o apoio pra ela, mas tive que dispensar. Como posso ficar com uma babá com crises? Se não fosse para cuidar de crianças, daria uma oportunidade a ela, mas não ficaria sossegada em saber que ela estaria em casa, sozinha com meus filhos e poderia ter alguma coisa a qualquer momento.
Bom, mais uma vez volta o desespero e a procura incessante de babá.
Por enquanto não encontrei ninguém, estou no interior sem marido, mãe, irmã... e minha babá vai embora quinta-feira que vem. Bom, tenho um pouco mais de 1 semana para resolver esse problema.
Tenho certeza que vai aparecer a pessoa certa, mas até lá fico angustiada e com o desanimo de saber que tenho que começar novamente do zero, ensinar tudo e ficar na dúvida se ela vai ficar ou não, como as outras 18.
Desde que as crianças nasceram já tive 18 – sim, 18 – babás que passaram pela minha casa, incluindo folguistas, que normalmente fazia com uma dupla fixa, mas há muito tempo estou sem nenhuma.
Depois de muito bater a cabeça, finalmente consegui encontrar a Kátia, uma pessoa que se encaixou certinho no ritmo da casa, no jeito das crianças e no meu. Ama eles e eles a amam muito.
Está comigo há dois anos, mora na minha casa, dorme com eles todos os dias, brinca e cuida de tudo deles com muito carinho.
Desde que mudamos para o interior, optei por ficar com 1 babá só, já que as crianças ficam o dia inteiro na escola e tenho uma pessoa para cuidar da casa. Por não estar trabalhando fora e ter mais tempo livre pra cuidar deles, decidi que eu seria a segunda babá e a ajudaria nas funções enquanto eles estivessem em casa.
Tudo estava caminhando muito bem, até que ela decidiu ir embora.
Na verdade, ela já havia me comunicado, mesmo antes da mudança, que gostaria de sair no início desse ano, mas que ficaria comigo até eles se adaptarem e eu encontrar uma outra pessoa.
Eis o problema – encontrar uma outra pessoa!!! Incrível, achei que no interior seria muito mais fácil, mas estava redondamente enganada.
Ninguém quer trabalhar para dormir e quem quer, não serve.
Enfim, encontrei uma menina ótima, muito disposta e humilde, que precisava bastante do emprego. Estava muito feliz com a oportunidade e me agradeceu muito. As crianças adoraram ela logo de cara e eu fiquei super aliviada.
No primeiro dia de trabalho, estávamos indo em um aniversário e ela teve uma crise de epilepsia!!!! Não acreditei no que estava acontecendo. Não era possível. Depois de tantos meses procurando, quando achei uma que se encaixava, ela tinha que ter esse problema?
Fiquei preocupada, socorremos, dei todo o apoio pra ela, mas tive que dispensar. Como posso ficar com uma babá com crises? Se não fosse para cuidar de crianças, daria uma oportunidade a ela, mas não ficaria sossegada em saber que ela estaria em casa, sozinha com meus filhos e poderia ter alguma coisa a qualquer momento.
Bom, mais uma vez volta o desespero e a procura incessante de babá.
Por enquanto não encontrei ninguém, estou no interior sem marido, mãe, irmã... e minha babá vai embora quinta-feira que vem. Bom, tenho um pouco mais de 1 semana para resolver esse problema.
Tenho certeza que vai aparecer a pessoa certa, mas até lá fico angustiada e com o desanimo de saber que tenho que começar novamente do zero, ensinar tudo e ficar na dúvida se ela vai ficar ou não, como as outras 18.
sexta-feira, 23 de março de 2012
O PRIMEIRO PONTO A GENTE NUNCA ESQUECE!
Achei até que estava demorando, com 4 filhos absolutamente ativos e arteiros, uma circense que só vive escalando tudo (Beatriz), achei que quase 2 anos e meio foi até demais para estrear a temporada de suturação.
Independente de saber que mais cedo ou mais tarde esse dia chegaria, a mamãe valentona não estava nada preparada e reagiu como uma besta quando descobriu o corte na cabecinha da Laura.
Estávamos na casa da vovó, ela desequilibrou e bateu a cabeça no pé da cadeira (aquelas poltronas Barcelona, que tem os braços e os pés razoavelmente afiados para uma cabecinha de criança). Não chorou muito e nem fez escândalo, então a tia Bi pegou no colo, olhou rapidamente e achou que não fosse nada.
Logo em seguida, ela começou a fazer manha porque queria ir no parquinho. Ficava choramingando e eu a peguei no colo, ouvindo N comentários da minha mãe e irmã, dizendo que eu que estrago meus filhos. Rsrsrs Fui fazer um carinho, já que ela tinha caído e estava meio dengosa.
Quando dei um beijo na cabeça, percebi que estava úmida e senti um cheiro estranho para quem tinha acabado de tomar banho. Na hora vi o sangue e o corte, entrei em desespero, entreguei para a tia Bi e fiquei andando de um lado para um outro repetindo, sem parar – “acho que vai ter que dar ponto! Acho que vai ter que dar ponto!”
Até que ouvi a constatação da minha veterinária favorita, pediatra para alguns assuntos – sim, tem que dar ponto! Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Tenho trauma de ponto! Sei como é horrível, sou toda costurada, tenho várias cicatrizes da minha infância, tinha plena noção da dor que ela iria sentir com a maldita anestesia. Que ódio! Que ódio!
Bom, de qualquer forma, corremos para o hospital. Eu, dando muito mais trabalho que ela, que neste momento, estava toda animada que ia passear, pensando que estava indo no tal brinquedo. Rsrsrs
Depois de muito esperar, chegou a médica e uma enfermeira, que prontamente trouxe uma cadeira, estratégicamente colocada ao lado da maca, dizendo que era para mães.
O procedimento foi rápido, mas não sei quem chorou mais. A Bi me ajudou muito segurando ela junto com a enfermeira e eu chorando, abraçando e dizendo que a mamãe estava lá, como se aquilo fosse ajudar em alguma coisa, vide o meu estado.
Assim que começou, a tal enfermeira olhou para a minha cara e apontou a cadeira, sugerindo que eu me sentasse, pois achou que eu não estava me sentindo bem. Conforme o meu choro ia aumentando, ela continuava insistindo, mas muito orgulhosa da minha valentia (rsrsrs) resisti firme e forte e fiquei lá o tempo todo, até o final dos 2 míseros pontinhos.
Muito fofa, como sempre, assim que levantou da maca ela olhou para a médica, e disse: “ela cuidou do meu dodói. Obrigada tia.” E deu um super beijo que deixou a dra. Encantada.
Passada uma semana, recebo a notícia da professora da escola que minha pequena travessa caiu, novamente batendo em uma cadeira, e fez um pequeno corte. O que pensamos logo de cara? Abriu os pontos, que deveriam ser retirados no dia seguinte.
Mais uma vez todo aquele drama da anestesia e afins, mas dessa vez sem a ajuda da tia Bi, choro e blá blá blá e ela ótima, superando as expectativas.
Eis que para a minha surpresa, estava penteando o cabelo dela quando encontro o outro ponto da casá da vovó. Ou seja, super aberta a temporada de pontos!
Em uma semana a Laura conseguiu não só estrear os cortes, como repetir a dose e deixar a mamãe quase doida.
E vamos que vamos que ainda tem muito pela frente!
Independente de saber que mais cedo ou mais tarde esse dia chegaria, a mamãe valentona não estava nada preparada e reagiu como uma besta quando descobriu o corte na cabecinha da Laura.
Estávamos na casa da vovó, ela desequilibrou e bateu a cabeça no pé da cadeira (aquelas poltronas Barcelona, que tem os braços e os pés razoavelmente afiados para uma cabecinha de criança). Não chorou muito e nem fez escândalo, então a tia Bi pegou no colo, olhou rapidamente e achou que não fosse nada.
Logo em seguida, ela começou a fazer manha porque queria ir no parquinho. Ficava choramingando e eu a peguei no colo, ouvindo N comentários da minha mãe e irmã, dizendo que eu que estrago meus filhos. Rsrsrs Fui fazer um carinho, já que ela tinha caído e estava meio dengosa.
Quando dei um beijo na cabeça, percebi que estava úmida e senti um cheiro estranho para quem tinha acabado de tomar banho. Na hora vi o sangue e o corte, entrei em desespero, entreguei para a tia Bi e fiquei andando de um lado para um outro repetindo, sem parar – “acho que vai ter que dar ponto! Acho que vai ter que dar ponto!”
Até que ouvi a constatação da minha veterinária favorita, pediatra para alguns assuntos – sim, tem que dar ponto! Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Tenho trauma de ponto! Sei como é horrível, sou toda costurada, tenho várias cicatrizes da minha infância, tinha plena noção da dor que ela iria sentir com a maldita anestesia. Que ódio! Que ódio!
Bom, de qualquer forma, corremos para o hospital. Eu, dando muito mais trabalho que ela, que neste momento, estava toda animada que ia passear, pensando que estava indo no tal brinquedo. Rsrsrs
Depois de muito esperar, chegou a médica e uma enfermeira, que prontamente trouxe uma cadeira, estratégicamente colocada ao lado da maca, dizendo que era para mães.
O procedimento foi rápido, mas não sei quem chorou mais. A Bi me ajudou muito segurando ela junto com a enfermeira e eu chorando, abraçando e dizendo que a mamãe estava lá, como se aquilo fosse ajudar em alguma coisa, vide o meu estado.
Assim que começou, a tal enfermeira olhou para a minha cara e apontou a cadeira, sugerindo que eu me sentasse, pois achou que eu não estava me sentindo bem. Conforme o meu choro ia aumentando, ela continuava insistindo, mas muito orgulhosa da minha valentia (rsrsrs) resisti firme e forte e fiquei lá o tempo todo, até o final dos 2 míseros pontinhos.
Muito fofa, como sempre, assim que levantou da maca ela olhou para a médica, e disse: “ela cuidou do meu dodói. Obrigada tia.” E deu um super beijo que deixou a dra. Encantada.
Passada uma semana, recebo a notícia da professora da escola que minha pequena travessa caiu, novamente batendo em uma cadeira, e fez um pequeno corte. O que pensamos logo de cara? Abriu os pontos, que deveriam ser retirados no dia seguinte.
Mais uma vez todo aquele drama da anestesia e afins, mas dessa vez sem a ajuda da tia Bi, choro e blá blá blá e ela ótima, superando as expectativas.
Eis que para a minha surpresa, estava penteando o cabelo dela quando encontro o outro ponto da casá da vovó. Ou seja, super aberta a temporada de pontos!
Em uma semana a Laura conseguiu não só estrear os cortes, como repetir a dose e deixar a mamãe quase doida.
E vamos que vamos que ainda tem muito pela frente!
quinta-feira, 22 de março de 2012
“Confete, pedacinho colorido de saudade, ai ai amor...”
Finalmente o carnaval!!
Sempre fui carnavalesca de carteirinha, daquelas que pulavam todos os dias, desde sexta a noite até a manhã de quarta-feira de cinzas, depois que curtia a loucura de Salvador, os carnavais de marchinha, todos os tipos de festas que tinham.
De uns anos pra cá, isso mudou um pouco, claro, mas a paixão pela festa não, por isso, estava ansiosa pelo primeiro baile da turminha.
Uma semana antes comecei com a correria das fantasias, acessórios, confetes e serpentinas. Esse ano decidi vesti-los todos iguais, de hawaianos.
Não preciso dizer que ficaram MA-RA-VI-LHO-SOS!!!
As meninas estavam umas coisinhas com aquelas saias longas e a barriga de fora, e o João Pedro parecia um homenzinho com a camisa e o colar hawaiano e um óculos escuro, que ele se apaixonou e não soltou o dia inteiro.
Eles adoraram a festa. No começo se assustaram um pouco com a altura do som da banda, mas aos poucos foram se acostumando e se soltando, até demais.
Como estávamos sem babá e sem ajuda, fomos apenas eu e o Je com os 4, praticamente um ato de insanidade absoluto.
Cada um queria correr para um lado, todos querendo as guloseimas que as crianças estavam comendo, jogando confete e serpentina em todo mundo. Eu corria para pegar dois de um lado, o Je do outro, aí um escapava, era cômico, que não fosse quase trágico. Rsrsrsr
Fui inscrevê-los no concurso de fantasia, mas não conseguimos esperar até a hora do desfile, que aliás, achei muito tarde para uma matiné, depois das 18h00.
Depois de muito squindô-squindô, finalmente recolhemos a turma – feliz da vida! – e voltamos para casa. Eles estavam pregados, pois antes do baile havíamos ido almoçar em um restaurante que eles adoram, que tem pula-pula, piscina de bolinha, escorregador...
Não deu tempo nem de acomodar os 4 nas cadeirinhas, que já estavam dormindo.
De volta pra casa, uma relaxada rápida, jantar, mamadeira, banho e... cama! Com sorriso no rosto, cansadíssima, mas realizada por ter curtido a primeira matinê com os filhotes.









Sempre fui carnavalesca de carteirinha, daquelas que pulavam todos os dias, desde sexta a noite até a manhã de quarta-feira de cinzas, depois que curtia a loucura de Salvador, os carnavais de marchinha, todos os tipos de festas que tinham.
De uns anos pra cá, isso mudou um pouco, claro, mas a paixão pela festa não, por isso, estava ansiosa pelo primeiro baile da turminha.
Uma semana antes comecei com a correria das fantasias, acessórios, confetes e serpentinas. Esse ano decidi vesti-los todos iguais, de hawaianos.
Não preciso dizer que ficaram MA-RA-VI-LHO-SOS!!!
As meninas estavam umas coisinhas com aquelas saias longas e a barriga de fora, e o João Pedro parecia um homenzinho com a camisa e o colar hawaiano e um óculos escuro, que ele se apaixonou e não soltou o dia inteiro.
Eles adoraram a festa. No começo se assustaram um pouco com a altura do som da banda, mas aos poucos foram se acostumando e se soltando, até demais.
Como estávamos sem babá e sem ajuda, fomos apenas eu e o Je com os 4, praticamente um ato de insanidade absoluto.
Cada um queria correr para um lado, todos querendo as guloseimas que as crianças estavam comendo, jogando confete e serpentina em todo mundo. Eu corria para pegar dois de um lado, o Je do outro, aí um escapava, era cômico, que não fosse quase trágico. Rsrsrsr
Fui inscrevê-los no concurso de fantasia, mas não conseguimos esperar até a hora do desfile, que aliás, achei muito tarde para uma matiné, depois das 18h00.
Depois de muito squindô-squindô, finalmente recolhemos a turma – feliz da vida! – e voltamos para casa. Eles estavam pregados, pois antes do baile havíamos ido almoçar em um restaurante que eles adoram, que tem pula-pula, piscina de bolinha, escorregador...
Não deu tempo nem de acomodar os 4 nas cadeirinhas, que já estavam dormindo.
De volta pra casa, uma relaxada rápida, jantar, mamadeira, banho e... cama! Com sorriso no rosto, cansadíssima, mas realizada por ter curtido a primeira matinê com os filhotes.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
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