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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

4X4 – SOBRE CADA UM




SOBRE O JOÃO PEDRO – BENDITO AO FRUTO ENTRE AS MULHERES!


Com 13 semanas, no primeiro morfológico, descobrimos o sexo dos bebês e eu descobri que estava TOTALMENTE enganada. Tinha plena certeza que seriam 3 meninos e 1 menina, aí vi meu “mundo quase azul” se transformar em um “mundo quase rosa”.
O primeiro que vimos, foi ele! Fiquei esperando os próximos meninos, depois torci para ter algum engano e ser pelo menos 2 duplas, até que entendi estava certo, que seria assim.
Quando eram 3 meninos (na minha cabeça), estava pensando em Joaquim, Antonio, Francisco e Sophia. Isso era claro, super definido, até que, como todos os planejamentos na minha vida – mudou ABSOLUTAMENTE!!!
Enfim, veio na minha cabeça o nome que sempre gostei: João Victor. Mas dizem que o bebê que escolhe o nome, né? Rsrsrs Às vezes até acredito, pois em seguida pensei em João Pedro e nada mais me tirou essa certeza.

-                    João Pedro foi o segundo a nascer. A sala estava na expectativa, pois no vídeo é claro o grito de todos, quando vimos ser o menino. Eram 19 pessoas na sala, entre médicos, enfermeiros, câmera, fotógrafos e nós dois (eu e meu marido). Todos festejaram!
-                    Foi o mais gordinho: nasceu com 1505 kg
-                    Foi o primeiro a mamar no meu peito, o primeiro que peguei no colo, pois pra iniciar o pele a pele, achei as meninas muito pequenininhas e fiquei insegura, optei pelo gordo com 1505kg. Hehehehe
-                    Quando bebê, chamávamos de gordo, hoje chamamos de Tico-tico, JP, Johnny. Na escola e com alguns amigos é Vieira ou Jão.
-                    Foi o típico menino, ficou lá, de boa, até todo mundo aprender primeiro. Sem pressa, sem nervoso, foi o último a sentar, engatinhar, andar e falar.
-                    Com 1 ano e 4 meses, me desesperou, teve uma gravíssima crise de laringite, voltou para UTI, passamos mais de 20 dias internados. Depois disso, teve mais alguns episódios de laringite e internação por pneumonia. Hoje estabilizou! UFA!
-                    É o cara MAIS ENGRAÇADO, espirituoso e criativo que conheço da idade dele.
-                    Compõe música o tempo inteiro
-                    Canta o dia inteiro tb.
-                    É amoroso demais!
-                    Tá viciado em futebol, chuteira, Corinthians e afins.
-                    Bate bola o tempo inteeeeeiro, enquanto está em casa.
-             Apronta e me pede desculpa o dia inteiro também, com o olhar MAIS fofo desse mundo!
-                    Comida preferida: feijoada!
-                    Sociável, do bem, porém irritado e nervosinho.

Ele é cheio de personalidade, tem um cabelão cacheado todo estiloso, quando não está vestido de uniforme de futebol é um fofooooo, irresistível, meio mauricinho, sem seguir onda de ninguém.
Um menino encantador, protetor das irmãs, meu companheiro, que me olha com olhar de admiração apaixonado desde sempre.
Bagunceiro que só ele, excelente aluno, mas com um comportamento um pouco duvidoso.
Tem dias que se revolta por eu não ter “feito 2 meninos e 2 meninas”, mas logo admite que não  gostaria de dividir a exclusividade dele com ninguém, principalmente com as irmãs, que são as maiores admiradoras e puxas-saco dele.
Sou enormemente grata pelo meu engano, pois só poderia ser assim com meu Tico Tico: ÚNICO!!!!

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

O BANCO DE LEITE – A LUTA POR MLS E A FALTA DE COORDENAÇÃO

foto Google
Estava aberta minha temporada de ordenha, porém, ainda na fase do colostro, o período de apojadura – quando o leite desce e produz suficiente para alimentar o filho – acontece 3 dias após o parto.
Mesmo assim, fui orientada a frequentar o banco de leite a cada 3 horas, pois o colostro é muito importante para o recém nascido. O mínimo que conseguisse extrair, seria dado para eles, para ajudar na imunidade e preparar o intestino, para a iniciação a amamentação.
Enfim, atendi às orientações e fiz minha – traumtática e um pouco cômica - estreia no Banco de leite.
Depois de todo o processo de higiene, álcool em gel, avental, toca e máscara, encontrei um lugar livre, peguei o material esterilizado, sentei entre duas mães e comecei, bem desconfiada, totalmente sem jeito e sem intimidade nenhuma com a ordenha e as máquinas.
Olhava para os lados, via que elas faziam com tanta facilidade, conversavam normalmente e enchiam os vidros de leite, em minutos.
Eu tensa, tentando aprender com elas e fingindo que estava absolutamente normal, como se tudo isso fizesse parte do meu dia a dia. Rsrsrs
Depois de um bom tempo com a máquina sugando meu seio, olhei para minha garrafinha (própria para armazenar o leite materno) e praticamente não vi nada. Quando olhei para a da mãe que estava ao meu lado, ela tinha extraído 160 mls e ainda continuava. Meu Deus, como assim??? Pensei em pedir uma doação de leite, tipo programa Leve Leite, do governo.
Voltando a me concentrar na minha máquina, fiquei fazendo pensamento positivo, pedindo algum milagre, até que terminei, não dava mais para continuar naquela mama. Olhei meu vidro e.... tinha conseguido 1ml!!!!!!!! Uhuuuuuuu
Valorizando MUITO aquele mísero 1ml, fui seguir o procedimento de fechar o vidro, pega luva e sei lá mais o que, quando, de repente, derrubei o vidro, com TOOOOODO aquele líquido sagrado. Fiquei arrasada, mas não tive outra opção a não ser rir, não tinha mais nada a fazer.
Bora para a outra mama, torcendo para que dobre a quantidade e que eu seja capaz de fechar, sem fazer nenhum outro estrago.
Como tudo é uma questão de ponto de vista, já estava achando aquele 1 ml bom e esperando conseguir 2mls!!!!!!!

Essas visitas ao banco se repetiam a cada 3 horas, diariamente. Sem nem perceber, em pouco tempo eu fazia parte daquelas mães, que agiam naturalmente, fazendo tudo no automático, como se fosse a coisa mais comum e simples, mas nunca consegui disputar com aquela super mãe, que enchia algumas garrafas, em cada período de ordenha.