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segunda-feira, 11 de maio de 2015

MÃE É MÃE E PONTO!

Esperamos 9 meses (no meu caso, 33 semanas), nos tornamos mãe desde o resultado positivo, conversamos com a barriga, passamos a mão nela a cada segundo, sonhamos com a carinha do nosso bebê. Cantamos a mesma musica, para que ele já se acostume com a voz e a melodia, contamos os dias para mais um ultrassom e ficamos absolutamente ansiosas nas ultimas semanas, fazendo contagem regressiva.
Ficamos noites sem dormir com o peso e o tamanho da barriga, sofremos com os enjoos, azias e todas essas coisas chatinhas que muitas vezes acontecem no início da gravidez mas, mesmo assim, ainda achamos um momento sublime e único.
São sentimentos e sensações que JAMAIS, por mais que o tempo passe e que tudo aconteça, esqueceremos. Lembramos claramente do primeiro chute, da emoção ao ouvirmos o primeiro choro na hora do parto e do momento que, finalmente, temos o nosso bebê no colo para amamentá-lo, segurá-lo e amá-lo incondicionalmente, com um amor que chega a doer.
E então, após esse momento, nos tornamos – OFICIALMENTE – mãe. Ganhamos o direito de comemorar uma data tão especial. De entender as nossas mães, de chorar com apresentações da escola, mesmo que seu filho fique apenas parado, com dedo na boca ou chorando, olhando assustado para aquele monte de celular voltado para eles, de ficar noites em claro e, mesmo assim, se sentir a mulher mais forte e poderosa, de viver por e para eles.
Achamos a palavra mais linda quando ouvimos, pela primeira vez, nosso pequeno balbuciar algo parecido com mamã, mas depois reclamamos de tantas milhares de vezes que ouvimos a mesma palavra todos os dias.
Corremos, cansamos, reclamamos, sorrimos, ficamos com medo, beijamos, brigamos, abraçamos, gritamos e, quando olhamos nossos anjinhos dormindo, ficamos parada ao lado ou em pé na porta admirando, como se cada noite fosse a primeira vez.
Quem nunca viveu essas ou algumas dessas emoções? Mãe é mãe e ponto! Mãe é uma palavra curta e muito complexa, sem muita explicação, por isso que MÃE É MÃE!
Com a benção de ter recebido, naturalmente, quadrigêmeos maravilhosos e muito, muito especiais, vivo intensamente cada um desses sentimentos, como senti em mais um dia das mães.
A apresentação na escola, que a cada dia está ficando mais fofa, os 4 presentes feito com tanto amor por eles, que estão ficando cada vez mais elaborados, o carinho de tantos beijos e abraços no dia das mães, com toda minha turma empoleirada na cama, do jeitinho que eu amo.
Por mais complicada que seja a responsabilidade de criar, educar, ensinar quadrigêmeos, só posso agradecer a cada dia por ter sido escolhida para essa difícil, porém prazerosa e recompensadora tarefa.

Parabéns para todas as mães, da forma que for, de coração, de criação, de bicho, de muitos, de um,  mãe é mãe!


quarta-feira, 6 de maio de 2015

ALIMENTAÇÃO NA GESTAÇÃO

por. Lara Natacci

A gestação determina um aumento das necessidades nutricionais da futura mã, não só para corresponder as suas necessidades, como também as do feto. Embora uma mãe desnutrida possa gerar uma criança sadia, estudos de nutrição em mulheres durante a gestação, tem mostrado uma relação definitiva entre a dieta da mãe e as condições do bebe ao nascer.
É recomendada uma cota energética adicional diária de 300 calorias, para satisfazer o gasto energético da gestante. A ingestão de todos os nutrientes deve ser aumentada, porém, é importante lembrar, que a mãe não precisa se alimentar por dois, apenas mudar a alimentação e ingerir as 300 calorias extras.
Segue abaixo uma relação dos tipos de alimentos e a quantidade a ser consumida diariamente:
  • Leite e derivados: 5 porções  (1 porção = 1 copo de  200 ml de leite ou 1 copo de iogurte ou 1 pedaço médio de queijo ou 1 colher de sopa de requeijão)
  • Carnes: 2 porções ( 1 porção = 1 bife médio de carne de boi, frango, peixe, peru ou 2 ovos cozidos)
  • Pães e cereais: 5 porções (1 porção = 1 pãozinho ou 2 fatias de pão de forma ou 2 colheres de sopa de arroz ou outro cereal ou 1 batata media)
  • Leguminosas: 2 porções ( 1 porção = 2 colheres de sopa de leguminosa)
  • Verduras: 2 porções (1 porção = 3 colheres de sopa de verdura cozida ou 1 prato de sobremesa raso de verdura crua)
  • Legumes: 2 porções ( 1 porção = 3 colheres de sopa de legume)
  • Frutas: 3 porções (1 porção = 1 unidade)    
Eventualmente podem ser consumidos alimentos como bolo, chocolates e doces, mas com uma frequência semanal, pois a gordura e o açúcar em excesso se tornam prejudiciais, pela alta incidência de vomitos e fazem com que a gestante ganhe alguns quilos a mais do que deveria, acarretando uma certa dificuldade em perde-los após o parto.

VOMITOS

Durante o primeiro trimestre da gestação, a futura mãe poderá sofrer náuseas. Certos alimentos que antes eram consumidos sem dificuldade, agora podem provocar desagrado (as gorduras são causas comuns de distúrbios). Os líquidos tomados às refeições, também podem precipitar o vomito. Dica: A ingestão de torradas ou alguns biscoitos tipo cracker ao acordar, pode ajudar a eliminar o enjôo.
Refeições pequenas e constantes, consistindo de alimentos como cereal bem cozido, torrada com geleia, batatas assadas e biscoitos salgados, servidos a intervalos de 2 horas, em geral, são bem tolerados inicialmente.
Os líquidos devem ser tomados entre as refeições, mas não durante as mesmas. O leite desnatado pode ser mais bem aceito que o integral.
Frequentemente, a náusea desaparece no meio do dia e a mulher poderá preencher suas necessidades nutricionais pelo aumento da ingestão de alimentos durante a tarde, no jantar e antes de dormir. Se o vômito persistir e tornar-se nocivo, haverá necessidade de cuidados médicos.

maiores informações - www.dietnet.com.br







terça-feira, 5 de maio de 2015

QUER AMAMENTAR? INDEPENDENTE DE QUANTOS FILHOS, ISSO É POSSÍVEL!

Uma duvida e constante insegurança da maioria das grávidas, principalmente para as mães de primeira viagem, é a amamentação.
Se para quem está esperando um bebê, essa dúvida já é uma incógnita, para as mães de múltiplos então, parece como algo quase que impossível de se realizar.
Quando engravidei, confesso que não foi algo que me preocupou muito, principalmente porque, como citei acima, nem imaginava que conseguiria fazer isso por um período longo, que tivesse alguma diferença para o recém-nascido. Porém, estava super enganada! Além de descobrir que era possível, me preparei muito para o momento e não tive nenhum problemas de rachaduras, dores, leite empedrar, nada disso.
Como meus filhos seriam prematuros, aproximadamente no meu quarto mês de gestação, iniciei um acompanhamento com a Maria Alvim, enfermeira de aleitamento materno, que me deu todas as dicas de como produzir mais leite, como fazer a pinça, como me preparar para evitar os machucados e como ter uma amamentação tranquila, algo muito importante também para  o bebê, além dos nutrientes do leite materno.
            Já naquela fase, ainda com poucas semanas, comecei a hidratar e puxar o bico do meu seio com LANSINOH, uma pomada a base de lanonina, que auxilia na elasticidade e hidratação da mama.
            Até o dia do parto, fazia movimentos circulares passando a pomada e puxando levemente o bico, para prepara-lo para a sucção do recém-nascido, que no meu caso seriam sucções, de formas diferentes de pegadas.
            No período de APOJADURA, fase em que o leite começa a descer, fui orientada pela Maria Alvim a fazer massagens leves, evitando nódulos que pudessem obstruir a descida do leite, permitindo que ele empedrasse, causando dores e desconfortos.
            Como meus filhos nasceram com menos de 33 semanas e pouco peso, eles não podiam mamar no peito imediatamente, até porque um feto só aprende a sugar a partir da 34 semana. Durante duas semanas, a alimentação deles foi através de sonda, em poucos mls, começando com 3 mls a cada 3 horas.
            Isso até me deu uma dúvida se seria capaz de continuar produzindo leite suficiente para eles, então passei a estimular cada vez mais, tirando no banco de leite a cada 3 horas e em casa, mesmo durante a noite, acordando nos horários de mamadas e congelando no vidro correto - de vidro com tampa de plástico.
            Quando foi possível iniciar a amamentação, quebrei mais um mito, o de que o bebê que pega a mamadeira, não volta mais para o peito. No meu caso, essa afirmação foi absolutamente falsa, pois os 4 mamavam na mamadeira e no peito, já que não seria possível que eu produzisse leite suficiente para uma amamentação exclusiva.
            A produção foi tão grande, que após a alta do meu quarteto, com 36 semanas, doei para o banco de leite 16 garrafas.
            Ao chegar em casa, continuava com o sistema peito e complemento, mas dava exclusivo para um a cada mamada. Com isso, o peito era estimulado a cada 3 horas a produzir grande quantidade de leite. No banho, com a água morna, fazia massagem e apertava para tirar um pouco de leite, fazendo descer ainda mais, pois além da água morna ajudar a desfazer nódulos, a “ordenha” faz com que o organismo entenda que precisamos produzir.
            Para que isso fosse possível, além de tomar muitos litros de água, ainda alternava entre alguns litros do CHÁ DA MAMÃE, 
 da Weleda, também sugerido pela minha enfermeira de aleitamento. Consegui amamentar por 5 meses e parei por opção, pois voltaria a trabalhar e não teria tempo para amamentar os 4, já que durante a noite, dava só o complemento para todos.

            Seguindo algumas dessas dicas, se hidratando e se alimentando bem, preparando o bico e mantendo a tranquilidade, provavelmente você conseguirá oferecer ao seu bebê uma quantidade significativa do seu leite.


segunda-feira, 4 de maio de 2015

NOVIDADE NO BLOG: ORIENTAÇÃO NUTRICIONAL

Super novidade para as mamães, futuras mamães, bebês e crianças: a partir dessa semana, o blog contará com posts da super, mega, hiper nutricionista – Dra. Lara Natacci.
A Nutricionista, Mestre e Doutoranda pela Faculdade de Medicina da USP, que participa do programa Bem Estar, da Rede Globo, com dicas nutricionais e esclarecimentos sobre alguns mitos para uma alimentação balanceada,  fará posts com orientações e dicas para gestantes, amamentação, primeira fase de alimentação do bebê, além de, claro, maravilhas para a perda dos indesejáveis quilinhos adquiridos durante a gravidez, que as vezes não conseguimos nos livrar.
Se preparem, o primeiro texto estará no blog amanhã, com muitas informações interessantes.
Quem quiser mais informações com a profissional, pode falar também direto com ela, acessando o site http://www.dietnet.com.br. Lá, além de encontrar todos os contatos, você também poderá conhecer mais o trabalho da nossa nova parceira!
Acompanhem, para não perderem nenhum post.