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sexta-feira, 10 de junho de 2016

AS MÚLTIPLAS MÃES!


Ontem recebi, pelo whatsapp, um texto muito bom sobre os tipos de mães. Infelizmente, não veio com crédito, mas decidi postar, pois, exceto pela mãe que se ofereceu para acompanhar um passeio na escola (jamais! Rsrsrs), me encontrei em TODAS as outras mães.
Tenho certeza que vocês também irão se identificar!
Muito bom saber que somos normais, que existem outras como a gente por aí, com as múltiplas mãe em uma só.
Depois me diga se valeu e em quais mães você se identificou!

-       Eu já fui a mãe que chega com as unhas feitas, cabelo penteado e traje impecável, e já fui a mãe que chega atrasada com calça de ginástica, cabelo oleoso e blusa manchada (e a mancha pode ser de resto de comida ou qualquer outra coisa).
-       Eu já fui a mãe que amamenta feliz, e já fui a mãe que levantou resmugando, porque teria que dar de mamar.
-       Eu já fui a mãe que cozinha tudo em casa, apenas orgânicos, e já fui a mãe que pede fast food por pura e absoluta preguiça.
-       Eu já fui a mãe que se voluntaria para ir ao passeio com a turma da escola, e já fui a mãe que esquece de mandar o lanche do filho.
-       Eu já fui a mãe que leva ao parquinho e inventa brincadeiras, e já fui a mãe que liga a televisão para ter sossego.
-       Eu já fui a mãe que contou até 10 e manteve a calma, e já fui a mãe que tem ataques histéricos.
-       Eu já fui a mãe que guardou para o filho a última e melhor colherada da sobremesa, e já fui a mãe que comeu chocolate escondido, para não ter que dividir.
-       Eu já fui a mãe que conta os segundos para colocar as crianças para dormir, e já fui a mãe que fica pedindo mais beijinhos.
-       Eu já fui a mãe que trabalha, cuida da casa e dos filhos, e já fui a mãe que não tem forças nem pra sair do sofá.
-       Eu já fui a mãe que mantém a lucidez mesmo em situações enlouquecedoras, e já fui a mãe que grita com os filhos.
-       Eu já fui a mãe que cede ao pedido de mais “5 minutinhos”, e já fui a mãe que levou embora o filho arrastado e gritando.
-       Eu já fui a mãe que precisou de conselhos, e já fui a mãe que deu abraços apertados.
-       Eu já fui a mãe que faz cabanas na sala, e já fui a mãe que fingiu que estava dormindo, só para não ter que responder.
-       Eu já fui a mãe que salvou o filho do tombo, e já fui a mãe que perdeu o filho de vista, em pleno do parque temático


Eu já fui todas essas mães e mais algumas, acrescentaria, por exemplo: eu já fui a mãe que gargalhou de uma gracinha do filho, e já fui a mãe que chorou escondida, sozinha, no banho.
O que importa é que todas as mães passam por momentos e situações todo o tempo, e não tem como se manter igual, todas as vezes. Todas nós somos leoas e camaleões, e não devemos nos culpar por isso!
Precisamos lembrar, sempre, que estamos fazendo o nosso melhor, mesmo se naquela hora, aquilo não for a melhor coisa, foi o que pude fazer!
Vamos ser felizes, sem dramas e culpas, pois mães confiantes e felizes, criam filhos felizes!


Um lindo fim de semana, com muito amor e namoro para todos!

quinta-feira, 9 de junho de 2016

A NOVA CARA DO BLOG E A PÁGINA NO FACEBOOK

Foto que AMO, do meu montinho preferido!!!

 Quase 7 anos se passaram desde o nascimento do meu quarteto, muita coisa aconteceu nesse período, algumas foram registradas no blog, algumas na memória e algumas esquecidas, infelizmente.
Bom, com o passar desses anos e das mudanças, o blog também vai mudar, pois hoje, sinto uma necessidade maior de dividir experiências, dicas e um pouco de humor com outras mães e seguidores do blog, do que simplesmente relatar nossa rotina.
            Ser mãe de quadrigêmeos e entrar para o mundo virtual com o blog e os grupos voltados para a maternidade, me proporcionou conhecer outras quadrimães, que nos chamamos, carinhosamente, de quadriloucas, espalhadas por todo Brasil.
Hoje somamos um grupo de 22 mães no whatsapp, nos falamos diariamente, nos apoiamos, trocamos experiências, dicas e conselhos sobre tudo, não só sobre a maternidade e a vida com os múltiplos.  Algumas delas tem mais filhos, mais velhos ou mais novos, e também nos contam desses desafios de criar filhos com idades diferentes.
Por esses motivos, o blog agora mudou, também virou página no facebook e não é mais exclusivo do meu quarteto, mas sim de outras fofuras que vocês vão AMAR conhecer.
É um grande prazer tê-lo por aqui, acompanhe, comente, compartilhe e divida comigo também suas histórias, vamos adorar saber como funciona na sua casa.

Esse espaço não é mais só meu, agora é NOSSO!!!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

O PRIMEIRO ANO E AS LIÇÕES DE CASA!

É muito bacana ver os filhos crescendo e acompanhar o desenvolvimento escolar deles, mas com essas mudanças, as responsabilidades e as obrigações também aumentam.
Agora no primeiro ano, a principal mudança para eles – E PARA MIM! – são as lições de casa diárias!!!!!!!!!!
Ainda não são complexas e nem  tão grandes, mas exigem um tempo e precisam ser feitas, CLARO! O único detalhe é que se torna praticamente um evento, pois muitas vezes tenho que fazer 8, 10 ou até 12 tarefas.
Não estava conseguindo definir o melhor horário e a logística para isso, confesso que ainda estou na fase de teste, mas por enquanto estamos fazendo na parte da manhã, um de cada vez, para que eu possa dar atenção individual, de acordo com a dificuldade de cada um.
Esse jeito foi o mais eficiente, porém tem um pequeno detalhe, quase morro de peninha, pois chegam caindo de sono para começarem os exercícios.

Hoje iremos tentar um novo método, fazer assim que chegam da escola, antes do banho e de brincar, depois posto para dizer qual foi mais positivo para nós 5.



terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

QUEM É VIVO SEMPRE APARECE!!!!


  
Hoje estava escrevendo uma matéria para o site Piccolo – www.piccolo.com.br ,  que sou colaboradora, e precisei acessar o blog para procurar uma imagem. Como não sabia ao certo quando havia feito o post, fiquei passando por muitas páginas e relembrando muitas histórias deliciosas que vivemos nesses 6 anos. Me deu tanta vontade de continuar, que aqui estou, tentando atualizar algumas coisas.

Vi aqui que o último post foi sobre a alfabetização e o tempo de cada um, por isso decidi escrever sobre o encerramento no ensino infantil e a volta às aulas.
 Eles terminaram o G5 e, para a minha felicidade (e orgulho), saíram TODOS lendo, (a Beatriz ainda mais lenta, com mais dificuldade, mas com toda base necessária para deslanchar) o que vai facilitar muito o início  no ensino fundamental.
Curtiram muito as férias (depois faço um post com fotos sobre as férias), mas não conseguiram esconder a ansiedade para o primeiro dia no primeiro ano, quando já seriam “crianças grandes” (como costumam dizer).

Finalmente (para mim e para eles) o dia chegou e eles AMARAM mais do que estavam esperando.
Desde a semana passada, chegam todos os dias encantados e com histórias novas.  Dessa vez, conseguimos colocar 1 em cada sala, diferente dos outros anos, que duas tiveram que ficar juntas, pois tinham 3 salas na escola.

Estão sentindo a diferença, comentam muito que no primeiro ano tem muita atividade, muita aula e muita lição, mas dizem que tudo é demais e estão completamente adaptados à nova rotina.

A mudança para o interior, que me fez abrir mão de muitas coisas importantes na vida pessoal, também me trouxe muitas coisas positivas, como a oportunidade acompanhar tudo isso de perto, ver a evolução, o aprendizado e as descobertas de cada um, respeitando e ajudando tempo de cada um, já que o tempo me permite aqui.
Com tantas novidades, estou torcendo para que a adaptação seja tranquila e que essa felicidade e o interesse no aprendizado e nesse novo mundo que estão conhecendo, os acompanhe por todo o ano.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

A ALFABETIZAÇÃO, AS DESCOBERTAS E O TEMPO DE CADA UM

Meus filhos estão na escola desde 1 ano e 4 meses, quando começaram no berçário e deram início à vida escolar deles.
Em pouco tempo, notei a evolução de cada um e vibrei com cada descoberta deles, tendo cada dia mais certeza de que havia feito a escolha certa de colocá-los cedo na escola.
O tempo passou (mais rápido do que eu imaginava) e os rabiscos e pinturas sem formas, deram lugar aos desenhos com sentido e histórias e bilhetes de eu te amo com assinaturas.
            Porém, como sempre digo que cada um é um, no aprendizado cada um tem o seu tempo e é preciso saber respeitar, sem criar ansiedade em torno da criança, nem deixar que ela se sinta inferior, se os irmãos estão na sua “frente”.
            Aqui em casa, como a dona da escola deles costuma dizer, tenho uma que é “um ponto fora da curva”, a Sophia. Sempre muito agitada, curiosa e ansiosa na sala de aula e em casa, ela surpreendeu a todos, principalmente a mim, que tenho um comparativo em casa (sim, é impossível não fazer comparações mesmo que seja apenas na minha cabeça), quando começou a ler com 4 anos.
Para minha felicidade, os 3 ficaram super orgulhosos e felizes com o fato da irmã já estar lendo, não teve nenhum problema, questionamento ou ciúme!!!
Começou, aí, meu primeiro desafio para não interferir no desenvolvimento de nenhum deles. Tinha que mostrar orgulho e parabenizar, sem exagerar para que os outros não se sentissem mal, mas como tinha que dar mais atenção nas lições com os outros, não podia deixar que ela se sentisse prejudicada de atenção, pelo fato de já saber e achar que seria melhor regredir.
Mais uma vez, para a minha felicidade, consegui dosar e tudo fluiu naturalmente. De repente, o JP passou a formar silabas e também descobriu a leitura. Está tão dedicado e feliz com o aprendizado, que inclusive incentivou a Laura, que está quase.
Bom, ao meu modo de ver, tirando o fato da Sophia estar muito avançada, percebi que os outros estavam dentro do esperado e evoluindo rapidamente, exceto a Bibi, que não vem demonstrando nenhum interesse.
Preocupada com o desenvolvimento dela e com a possibilidade disso influenciar de alguma forma negativa, procurei a escola, para saber se ela estava muito atrás de sua turma.
Foi então que entendi melhor todo o processo de alfabetização e o fato de respeitar o tempo de cada um.
Antes de tudo entendi, que o tal do Pré II ou G5, como chamam hoje, não corresponde ao nosso pré, eles estão uma série a frente comparado à minha época, ou seja, o ano que vem, no primeiro ano, estarão, na verdade, passando para o Pré II. Com isso, independente do quão evoluída ela está, ainda assim está bem a frente do que éramos nessa idade.
Depois dessa explicação, também entendi que a alfabetização é concluída no terceiro ano (nossa segunda série) e, aí sim, se a criança não tiver acompanhado a turma, deve receber uma atenção especial, uma dedicação maior e um esforço mais severo.
Por fim, vi as lições dela feitas em sala e descobri que ela sabe muito mais do que mostra aqui em casa, ou seja, a preguiça e a síndrome de caçula, pensando que sempre terá alguém para fazer antes pra ela, estão muito presentes em casa.
Após essa reunião, voltei com ainda mais certeza de que todos estão no caminho certo, priorizando suas descobertas e seus interesses e, principalmente, respeitando o seu tempo. Eles e eu!
          




SOPHIA LENDO HISTÓRIA DA ARARA PARA O BUZZ DORMIR