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quinta-feira, 17 de maio de 2018

O DIA QUE A TOCHA OLÍMPICA PASSOU EM CASA!



não passou na minha casa, mas passou na cidade e eles encontraram!
Já estou me preocupando com a abertura da copa, porque a Tocha Olímpica foi tão marcante e interessante pra eles que eu espero – do fundo do meu coração – que não seja algo assim muito caprichado.
Em casa de quadrigêmeos, coisas mirabolantes acontecem (o que der, eu divido aqui com vocês, o que for exageradamente mirabolante, guardo segredo secretíssimo! Rsrsrs) e quando esses quadrigêmeos sãos OS MEUS, acredito que a possibilidade fica ainda maior. Juro que dá pra escrever um livro da série: só acontece com você!!! rsrsrsr
Bom, estava tranquilamente (dentro do que é tranquilamente pra mim, não para vocês! Hehehe) sozinha com os 4, pós escola, dia normal, organizando o jantar e aquele “vuco-vuco”em casa. A Laura me chama no quarto, vou até lá atendê-la em pouquíssimos minutos, percebo que é uma bobeira, mais uma mania mesmo de me chamar, que ela é A RAINHA disso, e volto rapidamente para a sala (sala + cozinha, que é tudo integrado). Quando chego, vejo a felicidade do João Pedro com o que???? A TOCHA OLÍMPICA nas mãos!!!!
Ele enrolou uma folha sulfite como um cone, colocou a ponta da boca do fogão e levantou todo feliz, dizendo que tinha feito a tocha.
Óbvio que sem pensar, naquele desespero de mãe e de qualquer pessoa que precisa agir no imediato, peguei a “tocha” e amassei o papel, apagando o fogo com a minha mão e só então, pensando racionalmente (já sem a MENOR necessidade, porque era uma folha sulfite já apagada), joguei no chão e pisei em cima, só pra sujar a cozinha. Burraaaaaaa eu sei!!! Mas resolvi o quase acidente, sem nenhuma baixa.
Nunca tive problemas com eles de mexerem em remédio, fogão, produtos, nada. Sempre expliquei o perigo de cada coisa, pois além de ser importante que a criança tenha noção do perigo, sei que com quadrigêmeos seria difícil estar o tempo todo presente, principalmente porque muitas vezes estou sozinha com eles e cada um me solicita em um canto. Então, depois de 8 anos sem sustos desse tipo, sem nenhuma gracinha em zona proibida (como mexer na cozinha, por exemplo), eu encontro a Tocha Olímpica fazendo um tour pela minha sala.
Passado o susto e só lembrando da cena dele todo feliz, achando aquilo o máximo, e da minha com a pior reação, a primeira coisa que me veio à mente foi minha avó, que sempre disse: “filho criado, trabalho dobrado”.
Sábia avó!
Tomara que na copa seja apenas um chute inicial na bola ou nada que envolva fogos e coisas do tipo, assim já combino com eles e a gente imita na rua!