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sexta-feira, 23 de março de 2012

O PRIMEIRO PONTO A GENTE NUNCA ESQUECE!

Achei até que estava demorando, com 4 filhos absolutamente ativos e arteiros, uma circense que só vive escalando tudo (Beatriz), achei que quase 2 anos e meio foi até demais para estrear a temporada de suturação.
Independente de saber que mais cedo ou mais tarde esse dia chegaria, a mamãe valentona não estava nada preparada e reagiu como uma besta quando descobriu o corte na cabecinha da Laura.
Estávamos na casa da vovó, ela desequilibrou e bateu a cabeça no pé da cadeira (aquelas poltronas Barcelona, que tem os braços e os pés razoavelmente afiados para uma cabecinha de criança). Não chorou muito e nem fez escândalo, então a tia Bi pegou no colo, olhou rapidamente e achou que não fosse nada.
Logo em seguida, ela começou a fazer manha porque queria ir no parquinho. Ficava choramingando e eu a peguei no colo, ouvindo N comentários da minha mãe e irmã, dizendo que eu que estrago meus filhos. Rsrsrs Fui fazer um carinho, já que ela tinha caído e estava meio dengosa.
Quando dei um beijo na cabeça, percebi que estava úmida e senti um cheiro estranho para quem tinha acabado de tomar banho. Na hora vi o sangue e o corte, entrei em desespero, entreguei para a tia Bi e fiquei andando de um lado para um outro repetindo, sem parar – “acho que vai ter que dar ponto! Acho que vai ter que dar ponto!”
Até que ouvi a constatação da minha veterinária favorita, pediatra para alguns assuntos – sim, tem que dar ponto! Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Tenho trauma de ponto! Sei como é horrível, sou toda costurada, tenho várias cicatrizes da minha infância, tinha plena noção da dor que ela iria sentir com a maldita anestesia. Que ódio! Que ódio!
Bom, de qualquer forma, corremos para o hospital. Eu, dando muito mais trabalho que ela, que neste momento, estava toda animada que ia passear, pensando que estava indo no tal brinquedo. Rsrsrs
Depois de muito esperar, chegou a médica e uma enfermeira, que prontamente trouxe uma cadeira, estratégicamente colocada ao lado da maca, dizendo que era para mães.
O procedimento foi rápido, mas não sei quem chorou mais. A Bi me ajudou muito segurando ela junto com a enfermeira e eu chorando, abraçando e dizendo que a mamãe estava lá, como se aquilo fosse ajudar em alguma coisa, vide o meu estado.
Assim que começou, a tal enfermeira olhou para a minha cara e apontou a cadeira, sugerindo que eu me sentasse, pois achou que eu não estava me sentindo bem. Conforme o meu choro ia aumentando, ela continuava insistindo, mas muito orgulhosa da minha valentia (rsrsrs) resisti firme e forte e fiquei lá o tempo todo, até o final dos 2 míseros pontinhos.
Muito fofa, como sempre, assim que levantou da maca ela olhou para a médica, e disse: “ela cuidou do meu dodói. Obrigada tia.” E deu um super beijo que deixou a dra. Encantada.
Passada uma semana, recebo a notícia da professora da escola que minha pequena travessa caiu, novamente batendo em uma cadeira, e fez um pequeno corte. O que pensamos logo de cara? Abriu os pontos, que deveriam ser retirados no dia seguinte.
Mais uma vez todo aquele drama da anestesia e afins, mas dessa vez sem a ajuda da tia Bi, choro e blá blá blá e ela ótima, superando as expectativas.
Eis que para a minha surpresa, estava penteando o cabelo dela quando encontro o outro ponto da casá da vovó. Ou seja, super aberta a temporada de pontos!
Em uma semana a Laura conseguiu não só estrear os cortes, como repetir a dose e deixar a mamãe quase doida.
E vamos que vamos que ainda tem muito pela frente!

quinta-feira, 22 de março de 2012

“Confete, pedacinho colorido de saudade, ai ai amor...”

Finalmente o carnaval!!
Sempre fui carnavalesca de carteirinha, daquelas que pulavam todos os dias, desde sexta a noite até a manhã de quarta-feira de cinzas, depois que curtia a loucura de Salvador, os carnavais de marchinha, todos os tipos de festas que tinham.
De uns anos pra cá, isso mudou um pouco, claro, mas a paixão pela festa não, por isso, estava ansiosa pelo primeiro baile da turminha.
Uma semana antes comecei com a correria das fantasias, acessórios, confetes e serpentinas. Esse ano decidi vesti-los todos iguais, de hawaianos.
Não preciso dizer que ficaram MA-RA-VI-LHO-SOS!!!
As meninas estavam umas coisinhas com aquelas saias longas e a barriga de fora, e o João Pedro parecia um homenzinho com a camisa e o colar hawaiano e um óculos escuro, que ele se apaixonou e não soltou o dia inteiro.
Eles adoraram a festa. No começo se assustaram um pouco com a altura do som da banda, mas aos poucos foram se acostumando e se soltando, até demais.
Como estávamos sem babá e sem ajuda, fomos apenas eu e o Je com os 4, praticamente um ato de insanidade absoluto.
Cada um queria correr para um lado, todos querendo as guloseimas que as crianças estavam comendo, jogando confete e serpentina em todo mundo. Eu corria para pegar dois de um lado, o Je do outro, aí um escapava, era cômico, que não fosse quase trágico. Rsrsrsr
Fui inscrevê-los no concurso de fantasia, mas não conseguimos esperar até a hora do desfile, que aliás, achei muito tarde para uma matiné, depois das 18h00.
Depois de muito squindô-squindô, finalmente recolhemos a turma – feliz da vida! – e voltamos para casa. Eles estavam pregados, pois antes do baile havíamos ido almoçar em um restaurante que eles adoram, que tem pula-pula, piscina de bolinha, escorregador...
Não deu tempo nem de acomodar os 4 nas cadeirinhas, que já estavam dormindo.
De volta pra casa, uma relaxada rápida, jantar, mamadeira, banho e... cama! Com sorriso no rosto, cansadíssima, mas realizada por ter curtido a primeira matinê com os filhotes.