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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

12 DICAS PARA ENFRENTAR A UTI NEONATAL

Imaginar que existe alguma possibilidade do seu filho ir para a UTI Neonatal, após o parto dá desespero, né? Mas infelizmente, algumas vezes acontece, por alguma intercorrência, que somente a UTI pode resolver.
No caso de uma gestação quadrigemelar, essa possibilidade é a mais pura realidade, que a gente já é avisada assim que recebe o exame de POSITIVO e prepara durante todo o pré-natal.
Para quem está nesse momento, já sabe que vai passar (como no meu caso, por exemplo) ou conhece alguém que precise dessas ajudas, listei algumas dicas para ajudar a enfrentar esse período de uma maneira mais leve.

1 – A primeira impressão, sempre será pior que a realidade, independente da gravidade do problema. Os sensores, tubos, acessos, monitores, fios, assustam.

Calma, no pele a pele, com dois monitores e todos os fios
2 – Os monitores disparam muitas vezes por dia. Isso é normal, o que importa são os números de controle que estão no visor. A enfermeira virá com calma, você irá se desesperar, mas em poucos dias, estará controlando sozinha.

3 – Seja simpática com todos que puder você passará grande parte do seu tempo lá e eles cuidarão do seu bebê. (essa dica não é exclusiva para a UTI, ser simpática é sempre bom).

4 – Procure se relacionar com as outras mães, vocês estão passando pelo mesmo momento, esse apoio é muito positivo.

5 – Verifique se o hospital que você está, tem área de convivência para as mães de UTI, existem atividades muito interessantes de terapia, dicas, orientações e até massagem.

6 – Não se preocupe, você não é a única que vai chegar e correr para o prontuário, antes de ver o bebê, para saber sobre a última atualização do médico. Principalmente do caso de baixo peso, quando vamos conferir cada grama que ganham.

7 – Entenda que o bebê É SEU!!! Por mais maluca que possa parecer essa dica, isso acontece e aconteceu comigo, muitas vezes perguntei se podia tocá-los. A separação por um acrílico, o toque pelo buraco, o pouco contato e a intimidade e segurança das enfermeiras com o bebê, faz com que a gente se sinta distante. É seu e o contato é importante!

8 – Inicie o quanto antes o pele a pele. Converse com seu médico sobre isso.

9 – Não se cobre sobre o leite. Estimule bastante, frequente o banco de leite e faça ordenhas nos mesmos intervalos que o b



ebê mamaria. Se não der por muito tempo, não tem problema, é importante que você esteja tranquila e segura. O bebê está bem cuidado e não irá passar fome.

Aprendendo com o JP, primeira troca de roupa!
10- Aprenda TUDO o que puder com as enfermeiras! Aproveite esse momento para entrar na rotina delas, isso ajuda muito. Também teste com elas para ganhar a mesma praticidade nos banhos e trocas.



11 – Não fique 100% do tempo dentro do leito, você precisa se distrair e descansar um pouco. De tempos em tempos, dê uma volta, saia da UTI (de preferencia do hospital), para voltar renovada.

dia da alta, depois de chorar na despedida, a felicidade



12 – Você NÃO é louca, não se preocupe!!! Você vai esperar desesperadamente pelo dia da alta, mas irá chorar e desejar (loucamente) levaras enfermeiras e os monitores.



Com o passar dos dias, você irá se acostumar com a rotina, o ambiente, o cheiro e os barulhos. A UTI deixa de ser um bicho de 7 cabeças, um lugar que impressiona e passa a ser sua fonte de esperança. A cada dia, após a conferida no prontuário médico, a cada relatório com um pontinho que seja positivo, 1 grama adquirido, 1 ml a mais na alimentação, sua esperança se renova e você ganha forças para enfrentar tudo de novo.




terça-feira, 29 de novembro de 2016

SOBRE SER MÃE DE UTI - MEUS 36 DIAS DE ANGÚSTIA, EMOÇÃO E MUITO APRENDIZADO - Parte I



Sophia, a primeira a nascer, com 7 dias de vida. Nasceu com 1260kg
No dia 28/09/2009, após  33 semanas e 3 dias de gravidez (uma super vitória, para quadrigêmeos), teve início a uma fase muito importante na vida do meu quarteto e desafiadora na minha: a UTI neonatal.
Durante esse período, fiz poucas postagens sobre isso, sobre o dia a dia, as dificuldades, as vitórias e as emoções, apenas atualizava algumas informações e fotos, pois acho que nem estava com estrutura física e emocional para isso.
Hoje, 7 anos depois (para vocês verem como mães de uti não se esquecem dessa vivência), decidi fazer um diário com algumas postagens, para dividir com vocês um pouco dessa experiência, que quem já passou, sabe como marca a nossa vida para sempre.
Desde o dia que recebi a notícia que teria quadrigêmeos, veio com ela o aviso do parto prematuro e a internação na UTI. Sempre estive preparada para isso, não foi nenhuma novidade, nem me assustou, mas não tinha a menor ideia do que significava ME internar e viver com eles todos esses dias.
Assim que saíram da barriga, graças à Deus sem nenhuma intercorrência, em um parto cesárea de apenas 5 minutos, passaram pelo procedimento comum de todos os bebes: limpar, pesar e apresentar para a mãe. Em seguida, foram direto para a neo.
João Pedro, com 3 dias de vida. O mais gordinho: nasceu com 1505kg
O parto foi de manhã, voltei para o quarto e passei o dia todo, pedindo para os médicos e enfermeiras que me autorizassem visitá-los, não estava aguentando de curiosidade, preocupação e necessidade de confirmar se realmente estavam todos bem. Não aceitei nem o antialérgico, para parar de me coçar da reação da anestesia, com medo de dormir e eles me enganarem.
Enfim, as 22:30, consegui convencê-los que não sossegaria enquanto não fosse até lá. Levantei e tomei meu banho sozinha (claro que com muita dor, mas não queria demonstrar, pensando que não me deixariam ir, caso não estivesse bem), tentei ir andando, mas tive que ceder à cadeira de rodas no meio do caminho. Além dos pontos, a barriga ainda continuava muito grande e pesada, então acabava pressionando mais o corte.
Cheguei, conheci o leito dos 4, fiquei muito feliz em saber que o hospital havia reservado um espaço só para eles (que contarei mais pra frente, pois não foi uma coisa tão bacana assim, com as outras mães), conferi um a um, chequei os 10 dedos das mãos e dos pés (até agora não sei porque fazemos isso), fiz um carinho em cada e corri para o meu quarto. Realmente acho que os médicos tinham razão, ainda não estava bem para tudo isso.
Mais aliviada, dormi tranquila, como não dormia há muito tempo, e me preparei para o meu primeiro dia oficial na UTI.
E foi assim que tudo começou...
Laura , com 7 dias de vida. Nasceu com 1340kg, foi para 1090kg
Logo cedo, recebi a visita da enfermeira do banco de leite, me orientando sobre os meus horários e o método de extração. Então, após todas as orientações, segui minha rotina que duraria os longos e intermináveis 36 dias.
Ainda não podia pegá-los, mas mesmo assim sentia uma necessidade ENORME de ficar ali por perto. Sentei próximo a uma das incubadoras e fiquei olhando a paz com que dormiam, mesmo cheio de aparelhos, sonda de alimentação e um cenário que assustava muito mais do que a realidade. Eles não precisaram de nenhum procedimento, nem mesmo oxigênio, ficaram lá mesmo só para engordar, mas a gente sempre se impressiona e cria alguma pulga atrás da orelha, né?
De repente, sem que eu soubesse que isso era tão comum, começo a ouvir um disparo no monitor, entro em desespero, grito para chamar as enfermeiras, que estavam ao lado e reagiram com toda calma. Não entendia aquela calma, em todos os filmes que via, sempre tinha o apito no monitor, quando a pessoa estava morrendo, todos saíam correndo, havia uma super movimentação no hospital, como elas poderiam agir daquela forma??? Tranquilamente ela acertou o monitor, conferiu os aparelhos e o silêncio voltou ao leito.
Ufa!!! Primeiro aprendizado (que demora um pouquinho para acostumar): os apitos são mais comuns que você imagina. OK! Registrado!
Beatriz, fazendo banho de luz, com alguns dias de vida. Nasceu com 1200kg
Mas devo confessar que pensei que O MEU coração que iria parar, mesmo após o alívio.
Durante todo o dia foi assim: apitos, sustos, mãos e pés minúsculos que eu tocava ainda sem muita intimidade, bebês dormindo e eu tentando me acostumar com aquele ambiente tão novo, que seria quase minha casa, durante tempo indeterminado, ainda, naquele momento.
Mal sabia eu, que aquela era apenas uma amostra, ainda teria a fase do pele a pele (o tal do canguru), o banco de leite e a minha alta, que tumultuou um pouco mais esse processo todo, mas que mesmo assim teve um toque de humor em alguns casos.
Acompanhe os próximos posts, para (re)viver comigo, todas essas emoções.




















segunda-feira, 10 de outubro de 2016

MÃE DE MÚLTIPLOS: DICAS PARA DIMINUIR AS BRIGAS ENTRE ELES

MELHORES AMIGOS, QUE SE AMAM E SE ODEIAM!
Desde que descobri que seria mãe de quadrigêmeos, muitas questões surgiram na minha cabeça, entre elas, como controlaria o relacionamento deles e as constantes brigas de irmãos.
Por não ser uma gestação comum e não encontrar muitas famílias com quadrigêmeos, não contei com tantos conselhos, nem mesmo de especialistas, foi no dia a dia e nas tentativas de acertar, que aprendi a fazer com que as confusões fossem cada vez menores e não interferissem no relacionamento deles.
Claro que, com todas as técnicas e dicas, as intrigas irão existir, mas é ,sim,  possível que elas sejam minimizadas e que o respeito e amor entre eles, fale mais alto que as disputas.
Ainda na fase bebê, as brigas começaram a surgir com as famosas mordidas, empurrões e puxões de cabelo, geralmente causado por brinquedo, o principal motivo de confusão entre irmãos. Foi nessa fase, que comecei a agir.
Para isso, adotei alguns métodos que deram certo e funcionam até hoje, aos 6 anos do quarteto:

1 – Os brinquedos são de todos e devem ser divididos. Isso evita desenvolver o egoísmo e o apego pelos brinquedos.
2 – É proibido tomar algo da mão do outro. Quem pegou primeiro tem prioridade, escolha outro brinquedo.
3 – Mordidas, puxões de cabelo ou qualquer agressão também são proibidas. Quando acontecia, mostrava o quanto o irmão estava sofrendo e fazia com que ajudasse a cuidar passando pomada e fazendo carinho. Em seguida, tinha que abraçar, pedir desculpa e entregar o brinquedo que causou a briga.
 4 – Proibir que converse e/ou brinque por um período em caso de confusão. Esse método foi bem eficiente, pois eles sentem muita necessidade uns dos outros.
5 – Mostrar que são privilegiados por serem quadrigêmeos, que sempre tem 3 amigos em casa para brincar e que os irmãos são as pessoas mais importantes da vida deles.
6 – Cultivar o amor entre eles ensinando a dar bom dia, boa noite, beijos e abraços e dizer eu te amo um para o outro diariamente.
7 – Sempre estar ao lado do irmão em qualquer circunstancia. Um está ali para apoiar, proteger e defender.
8 – Ajudar sempre! Seja com lição, com roupa, com brinquedo, com qualquer coisa que possam ajudar.
9 – Dividir tudo. Se tiver apenas um chocolate, dividir em 4 pedaços ou entender que é melhor não ter, senão será injusto com os outros 3.
10 – Fazer com que tenham empatia, sempre mostrando para eles que a gente não faz com o outro, o que não quer que faça com a gente.

Devo dizer que, com essas atitudes, tenho tido bastante sucesso, pois um não vive sem o outro, estão aprendendo cada vez mais a brincarem juntos, se amam e se respeitam acima de tudo e são incapazes de ganhar uma bala, sem pedir 3 para os irmãos.
É um aprendizado diário, tanto meu quanto deles, mas com amor e paciência, encontramos o caminho certo.


quinta-feira, 6 de outubro de 2016

E TODOS AQUELES QUILOS, PRA ONDE VÃO DEPOIS QUE NASCEM?

Quando engravidei do Meu Quarteto, passei muito mal, durante as 11 primeiras semanas, enjoei de absolutamente TUDO, não conseguia pensar em comida, me alimentava porque realmente era necessário, mas nada parava no estomago, era praticamente instantâneo.
Mesmo com os 4 crescendo super bem, nessas 11 semanas, emagreci 4 quilos.
Assim que me livrei desse mal estar interminável, comecei a pensar no meu corpo, no tamanho que estaria no final da gravidez, nas estrias, nas celulites que ganharia, por causa do repouso, que ajudaria no acúmulo de líquidos, enfim, detalhes que a maioria das mulheres pensa.
Assim se passaram 33 semanas, com intolerância para muitos alimentos até o final, mas com algumas escapadas em besteiras. Aproveitava um pouco a desculpa de estar grávida! As vezes a gente pensa assim, como se em um passe de mágica, porque os bebês saíram, não fosse mais existir gordura ou sobrepeso, conquistado neste período.
Final da gravidez, peso um dia antes do parto = 23 quilos a mais. Levando em conta que tinha 4 bebês, que totalizavam 5.005 kg, sendo cada um em uma placenta, que soma todo liquido e sangue, até que foi uma boa média. Praticamente, menos que 6kg, por bebê.

Barriga no dia do parto! = 23 kg a mais!!!

Certo, se pensarmos dessa forma, quase que perderia tudo em um passe de mágica, mas a realidade não tem truques. Além dos quilos, tinha uma barriga gigante, como se ainda tivesse ficado mais filho, por lá. Rsrsrsr
Sempre ouvi que amamentar emagrece, então fiquei toda aliviada, afinal, eu teria boca suficiente para amamentar, já me imaginei seca, em poucos dias, mas como meus filhos ficaram na UTI e tinham que esperar aprender a sugar, para iniciarmos a amamentação, mais uma coisa não saiu como o previsto.
Bom, recebi a visita da enfermeira do banco de leite, para me orientar sobre como fazer a ordenha e como produzir mais leite. De repente, escuto: você deve se hidratar bastante e se alimentar muito bem, com alimentos saudáveis. Além disso, vai perceber que dá bastante fome, então, tenha sempre coisas saudáveis por perto.
Oi???? Acabou a gravidez e veio uma nova fase, que dá muita fome??? Como assim, não vou voltar ao normal?
O fato principal era: como me alimentar bem, me hidratar, descansar, não se estressar, se eu estava com 4 filhos na UTI, correndo sozinha com as coisas deles pra lá e pra cá (que conto em breve em um próximo post), tinha que estar meio dia no hospital, que ficava  a 25km de casa. Tranquilo, né?
Dentro do que eu pude – método que eu sempre adotei, desde que tive as crianças – respeitei as orientações dela, mas caía em tentação muitas vezes, sem culpa nenhuma.
Tirava leite noite e dia, no banco de leite e em casa, produzia muito leite, até que eles começaram a mamar.


Começando a mamada! 


Muitas bocas, vou secar!!! rsrsr

Mais uma!!!!



Então, 36 dias depois de uti, quando receberam alta, descobri que sim, amamentar emagrece! Não sei se a minha correria, também influenciou, mas quando fui buscá-los, mesmo com resquícios do barrigão, consegui ir com uma calça jeans minha, de antes da gravidez, e salto alto!!!!
Parece loucura o traje com salto alto, né? Mas eu estava NECESSITADA, precisava me sentir eu mesma.
Resquícios da barriga, mas com a minha calça e o salto, que não apareceu. Devo ter encolhido a barriga, mas entrou! 

Chegando em casa com a galera, entrando no ritmo automático de mamadas, 1200 fraldas por mês, choros, noites sem dormir e MUITA cinta, descobri que – SIIIIIIMMMMM – amamentar emagrece!!! Pelo menos aconteceu comigo.

Quase recuperada dos quilos, mas meio acabadinha da rotina maluca e emagrecedora!!! 

Em poucos meses, estava com meu peso e meu corpo de volta. Pra ser bem sincera, com algumas pequenas mudanças, que me agradaram muito mais do que como era antes.

E por aí, quem também teve uma ótima experiência com a perda de peso X amamentação?

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

OS 7 ANOS DO QUARTETO!!!


        No dia 28 de setembro, minha turminha (ou galera, ou turmona) completou 7 anos!!! Como aconteceu em todos os outros anos, rolou aquela lembrança de todos os momentos do dia do parto, da noite anterior, a ansiedade, as pessoas que estavam presente, o primeiro choro, enfim, o que deve acontecer com a maioria das mães.
Fiquei impressionada em perceber que as memórias eram tão recentes, tão nítidas e eles já estarem com 7 anos!!!
Realmente, a gente pisca e o filho está criado.
Este ano, para comemorar, foi um pouco diferente. Decidimos fazer apenas na escola, pois queriam comemorar com TODOS os amiguinhos, o que seriam 88 crianças, já que são 4 salas, cada um está em uma. Ficaram super animados com a decisão.
As semanas que antecederam a festa, pareciam que não iam acabar. Eu enlouquecida, com a agitação e ansiedade deles, eles contando os dias, inventando mil novidades para a festa, escolhendo tema e mudando a todo momento.
Finalmente decidimos os temas, comprei os convites e enviei para a escola, aí ganhei um novo dilema: como fazer o bolo para os 4, se cada um queria um bolo diferente, um tema diferente e na mesa teria apenas 1 bolo decorativo, pois o restante tem que levar cortado e embrulhado.
Escolhi um bolo de 4 andares quadrado, comprei EVA da cor preferida de cada um cola quente e vim pra casa, com o pouco de habilidade que tenho para trabalhos manuais. Com a ajuda da Kátia, ou melhor, ajudando um pouco a Katia, encapamos os bolos e, na minha visão, tinham ficado ótimos, afinal, teria a diferença, pela cor de cada um. Rsrsrs
Para a minha felicidade, descobri que ela tem um dom, para essas atividades e insatisfeita com o “nosso” trabalho, disse que o bolo teria que ser decorado.
O resultado ficou incrível!!! Eles ficaram APAIXONADOS!!! E eu achei uma solução MEGA criativa, para uma casa com quadrigêmeos.


Finalmente a festa, o grande dia deles!!!
Como queriam MUITO lembrancinha e a ideia era gastar o mínimo possível, fizemos aqui em casa mesmo, pirulitos deliciosos, recheados de doce de leite e cobertos de chocolate. Ficou muito lindinho na mesa e separamos em blocos que pintamos da cor de cada, para que eles levassem para a sala e entregassem aos amigos.





Todas as salas chegaram, a mesa pronta, uma animação geral, pois nunca tinham ido em uma festa com tantas crianças, até que começou o longo parabéns!!!
Desde que nasceram, coloco 1 vela para cada, mas cantamos só 1 parabéns e no final falo o nome de cada um, pela ordem de nascimento: “e pra Sophia nada, e pro João Pedro nada...”
Foi incrível!!! As crianças estavam tão animadas, agitadas e encantadas com toda aquela gente, que cantaram alto, bateram palma e entraram super no espírito bagunça, do quarteto.






Muito mais rápido do que eu imaginava, em uma organização que eu jamais sonhei conseguir aqui em casa, as professoras colocaram todos em fila, cada um com a sua turma e foram direto para a sala, para começar a comilança.

Foi rápido, foi simples, mas foi lindo, com muito amor e felicidade.

Quando peguei na escola, vieram com 4 sacos de 100 litros de presentes, super animados e me agradecendo DEMAIS, por ter feito aquela festa.