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sexta-feira, 31 de julho de 2009

O PODER DOS HORMÔNIOS

Claro que todo mundo sabe da importância do hormônio na nossa vida, mas como geralmente aos 30 anos ele funciona sem causar grandes alterações (tirando a época da TPM e menstruação), não notamos tanto o seu poder de influência. Com a gravidez quadrigemelar, meu corpo estava trabalhando a mil por hora, produzindo doses mais que cavalares de hormônios, que estavam gerando sérios conflitos internos. Minha cabeça já não estava funcionando muito bem, pois desde que recebi a notícia dos 4 tive a impressão de que estava congelada! Junto disso, o enjôo me consumia e eu achava que NUNCA mais voltaria ao normal.
O Je estava ao meu lado, muito paciente e carinhoso, mas eu não tinha humor e nem saco para isso. Não me esforçava para agradar nem sorrir. Não pensava em nada como mulher. Parece que desde aquele último ultrassom, eu tinha me tornado apenas grávida. Não era amiga, não era mulher, filha, profissional, nada, apenas grávida.
Cogitar a possibilidade de mudar de grávida para apenas mãe, me assustava. Não me programei para viver assim, não combina com meu perfil e nem era o que eu sonhava. Todos esses fantasmas rondavam minha cabeça.
Enquanto eu ficava paralisada pensando sobre a minha vida, totalmente dominada pelas mudanças hormonais, minha família se esforçava para me mostrar que isso era motivo de muita alegria e o Je esperava que tudo isso passasse e eu voltasse para a realidade.
Como todo bom filho à casa torna, depois de enjoar da minha cozinha a ponto de não poder passar na porta, ignorar o fato de ser Mulher e não aguentar mais o enjôo, larguei tudo na minha casa e fugi para a casa da mamãe. Fiquei na cama, reclamando por passar mal, por não poder trabalhar, preocupada com o meu futuro e fazendo mil perguntas que jamais teria respostas.Mesmo sem acreditar e por mais que parecesse que não, eu sabia que um dia tudo isso ia mudar...



TORCENDO NA CAMA

A Bi (Gabriela, minha irmã) tentando ouvir algum barulho da galerinha e tentando me distrair, durante um dos meus domingos "nauseados".